Terça-feira, 11 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 27 de outubro de 2020
A ideia desses ministros é desacelerar o embate público em torno da vacina
Foto: Marcello Casal Jr/Agência BrasilMinistros de diferentes alas do STF (Supremo Tribunal Federal) dizem que as discussões sobre uma eventual intervenção do Judiciário no embate em torno de vacinas contra a Covid-19 são precipitadas e que é preciso baixar um pouco o tom das falas sobre o assunto.
Esses ministros afirmam que o presidente do STF, Luiz Fux, caiu em uma “armadilha” ao defender que o Supremo seja protagonista na decisão sobre obrigatoriedade e aquisição de vacinas contra o novo coronavírus. A avaliação do Supremo é a de que a corte foi jogada no meio de uma polêmica sem que nem sequer haja ainda, de fato, uma vacina aprovada.
A ideia desses ministros é desacelerar o embate público em torno da vacina, e levando o tema ao plenário no momento certo, quando houver materialidade, ou seja, uma vacina em vias de ser certificada cientificamente.
Até lá, o assunto deve ser minimizado, no entendimento desses ministros. Eles afirmam que o calendário do Supremo deve estar alinhado ao da ciência. Ou isso, ou o Supremo corre o risco de repetir o roteiro que deu ao presidente Bolsonaro um discurso para se eximir das responsabilidades de medidas de combate à pandemia.
O STF deu aval para governadores e prefeitos adotarem medidas de isolamento social, mas não impediu o presidente de agir, como ele costuma dizer.
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Debate sobre uma vacina que NÃO EXISTE. Parabéns. Discutir sobre o que ainda não existe. E eu que sou ignorante. Talvez seja, pois enquanto se descute, a entrega do país aos EUA continua em ritmo cada vez mais acelerado. Cortina de fumaça para encobrir o que de mais grave está acontecendo. E ninguém pode fazer nada. Democracia? Cada vez mais parecido com as ditaduras que condenam com tanta veemência.