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Brasil Alckmin disse que, se for eleito, fará o salário mínimo “crescer acima da inflação”

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Geraldo Alckmin durante caminhada em Bauru, em São Paulo. (Foto: Ciete Silverio/Fotos Públicas)

O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, fez uma caminhada com apoiadores em Bauru (SP) neste sábado (6). Em entrevista a jornalistas, o tucano disse que, se for eleito, fará o salário mínimo “crescer acima da inflação”.

Alckmin escolheu o estado de São Paulo para fazer campanha na véspera das eleições deste domingo (7). Ainda neste sábado, o presidenciável vai para a capital paulista, onde visitará uma estação de metrô.

“Um recado aos aposentados: nós vamos manter a vinculação do piso do salário mínimo com aposentadorias e pensões, e fazer o salário mínimo crescer acima da inflação para apoiar quem precisa mais”, disse Alckmin.

O candidato chegou por volta das 10h30 no Aeroclube de Bauru, Centro Oeste de São Paulo, acompanhado da mulher Lu Alckmin. Foi recebido por políticos da região. Tirou fotos e seguiu para o centro da cidade.

No calçadão da Batista, principal via do comércio da cidade, o tucano caminhou e cumprimentou lojistas e clientes. Ele entrou em uma lanchonete e tomou café, antes de deixar Bauru.

Na cidade, o tucano prometeu também recuperar leitos hospitalares que, atualmente, estão fechados.

“Existem 30 mil leitos que estão fechados e nós vamos recuperar esses leitos, valorizar a tabela do SUS para ajudar as Santas Casas de Misericórdia a se recuperarem”, disse.

Campanha “atípica”

Alckmin ainda classificou a campanha presidencial como “atípica”, citando a substituição de Luiz Inácio Lula da Silva por Fernando Haddad (PT) a poucas semanas da votação e, também, o ataque sofrido por Jair Bolsonaro (PSL).

“Tivemos aí a definição do candidato do PT há 20 dias, o problema da facada no outro candidato também. Mas acho que está caminhando. Vamos trabalhar aí com todo o empenho. O que existe até agora é a intenção de voto, voto mesmo é na urna amanhã”, disse.

Mais tarde, em ato de campanha no metrô de São Paulo, Alckmin disse que “suou a camisa” para evitar “que o País fosse para o radicalismo”.

“O que o povo decidir está bem decidido, amanhã [domingo] é dia de reflexão. Eu trabalhei, suei a camisa para evitar que o País fosse para o radicalismo”.

Alckmin disse que o radicalismo, e “populistas de esquerda e direita”, “não ajudam o País a se recuperar”. “Podem é gerar mais crise”, concluiu o tucano.

Roubo de cargas

Durante campanha no Rio de Janeiro, na sexta, Alckmin disse que, se eleito, vai investir em inteligência para combater o roubo de cargas. Além disso, Alckmin defendeu o aumento da pena para o receptador de produtos roubados.

Entre 2003 e 2017, a média de roubos de carga nos meses de fevereiro e junho no Rio de Janeiro foi de 33,5 registros, segundo dados do Instituto de Segurança Pública. Neste ano, no mesmo período, foram registrados 200 roubos de carga na área, o que significa aumento de 497%, o maior valor já registrado pela região na série histórica.

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