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Cinema Alec Baldwin e Woody Allen evitam asssuntos polêmicos em live

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A conversa foi acompanhada por aproximadamente 3 mil pessoas e durou cerca de 50 minutos.

Foto: Reprodução
A conversa foi acompanhada por aproximadamente 3 mil pessoas e durou cerca de 50 minutos.(Foto: Reprodução)

O ator Alec Baldwin evitou temas polêmicos em sua live com Woody Allen realizada na manhã desta terça-feira (28), no Instagram. As acusações de assédio contra o cineasta por parte da filha Dylan Farrow e o acidente no set de filmagens do faroeste “Rust”, em que uma bala disparada por Baldwin causou a morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins, não estiveram na pauta da conversa, que teve a área de comentários fechada.

“O que é o Instagram?”, perguntou Woody Allen logo no início da conversa. O diretor participou através de um perfil não verificado ativo há poucas horas na rede social. Baldwin explicou ao cineasta que a rede é uma espécie de Radio City Music Hall (famoso espaço cultural de Nova York) da geração millenium.

“Não tenho nada contra redes sociais, mas nunca usei ou tive interesse, não sou bom com essas coisas. Nunca me interessei por nenhum dispositivo tecnológico, como câmeras fotográficas, celulares”, afirmou Allen. “Tenho uma página no Facebook, mas nunca vi e nem sei como usar”.

A “luta” de Allen contra tecnologias se manifestou na live. Por três vezes, o diretor foi desconectado. Ao retornar pela segunda vez, sua assessora informou a Baldwin que eles “iriam abrir a porta para melhorar a conexão”.

No início da conversa, Baldwin voltou sua atenção para “Zero Gravity”, livro de ensaios de Allen recém-publicado. O ator destacou uma frase em que o autor fazia piada com a paixão de sua esposa, Soon-Yi Previn, por cartões de crédito. Allen, então, lembrou uma situação, há muitos anos, quando a esposa não gostou quando ele mostrou uma dedicatória amável e pediu para alterar para uma piada.

“Ela sabe que no mundo da comédia, o insulto é a melhor forma de demonstrar afeto. Ela quer desse jeito”, disse o cineasta.

Com 49 longas no currículo, Allen se prepara para gravar o de número 50, no próximo outono (primavera, no Brasil), em Paris.

“Fiz tantos filmes em NY, mas descobri que ir filmar no exterior era algo muito refrescante. Minha esposa sempre espera a oportunidade de poder passar alguns meses em Paris ou em Barcelona”, disse Allen.

Apesar do novo projeto, o cineasta não se vê fazendo muitos outros filmes no futuro. “Talvez faça mais um ou dois”, disse Allen, que citou como motivos para a falta de motivação com o cinema a vontade de ficar em casa e a mudança na experiência cinematográfica.

“Quando a pandemia veio, fiquei na minha casa morrendo de medo, me escondendo embaixo da cama. Depois de alguns meses, comecei a pensar ‘eu gosto de ficar embaixo da cama, é confortável, não preciso trabalhar’”, brincou. “Gosto de ficar em casa e escrever.”

Baldwin concordou com o diretor: “Hoje, as pessoas se importam cada vez menos em experimentar o filme em tempo real, como o diretor pretende. A pessoa quer apertar pause e ir pegar uma bebida, apertar pause e se servir de guacamole”.

Woody Allen contou que seguiu todos os protocolos e que não teve covid, e que deve focar sua atenção na escrita de ensaios e romances.

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