Quinta-feira, 25 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 24 de julho de 2025
No dia 18 deste mês, Moraes aplicou medidas cautelares contra Bolsonaro
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência BrasilO ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes afirmou, em decisão nesta quinta-feira (24), que Jair Bolsonaro cometeu uma “irregularidade isolada” e, por isso, não cabe decretar a prisão preventiva do ex-presidente.
A manifestação de Moraes ocorreu em resposta às alegações da defesa de Bolsonaro enviadas ao Supremo na terça-feira (22). A equipe jurídica do ex-presidente foi convocada a prestar esclarecimentos sobre ele ter ou não descumprido a proibição de usar as redes sociais direta ou indiretamente.
“Por se tratar de irregularidade isolada, sem notícias de outros descumprimentos até o momento, bem como das alegações da defesa de Jair Messias Bolsonaro da ‘ausência de intenção de fazê-lo, tanto que vem observando rigorosamente as regras de recolhimento impostas’, deixo de converter as medidas cautelares em prisão preventiva, advertindo ao réu, entretanto, que, se houver novo descumprimento, a conversão será imediata”, afirmou Moraes.
O ministro do Supremo destacou que, na sua decisão anterior, não proibiu Bolsonaro de conceder entrevistas a veículos de comunicação. O que ficou proibido foi o uso das redes sociais, de forma direta ou por meio de terceiros. O ministro sinalizou ainda que discursos em eventos públicos e privados também não foram vetados, mas ponderou que o ex-presidente deve respeitar os horários estabelecidos nas medidas restritivas.
Cautelares
No dia 18 deste mês, Moraes aplicou medidas cautelares contra Bolsonaro em razão de indícios de que o ex-presidente teria tentado atrapalhar o processo em que é réu por tentativa de golpe de Estado, além de que poderia estar planejando uma fuga do País. As medidas incluem a utilização de tornozeleira eletrônica, a proibição de usar as redes sociais e de sair de casa à noite.
No dia 21, o ministro reforçou que a proibição vale também para contas de terceiros nas redes sociais. Poucas horas depois, Bolsonaro fez um ato com aliados na Câmara dos Deputados e registros do evento foram parar na internet. Em discurso aos apoiadores, Bolsonaro classificou as medidas como uma “humilhação”.
No pedido de esclarecimentos, Moraes alertou que, caso a defesa não justificasse adequadamente a conduta, poderia decretar a prisão imediata do ex-presidente.
O ministro citou os vídeos publicados nas redes sociais em que Bolsonaro aparece exibindo a tornozeleira eletrônica e fazendo discurso. Moraes destacou que isso configuraria uma violação das medidas impostas por ele.
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Se olha no espelho que tu vai encontrar um marginal. O sujo falando do mal lavado.
Se não botar freios nesses marginais, eles tomam conta do Brasil. Como tem marginal nessa direita golpista.
Seja Homen Bolsonaro.
Você Dis que Favor da Tortura.
Fica Chorando .
Por Uma Tornozeleira Elétrica?
Manda quem pode XANDÃO XERIFÃO
Obedece quem tem juízo Bozo vigarista
Na manhã desta quinta-feira (24), Jair Bolsonaro resolveu fazer aquilo que tanto zombou no passado: chorar. Em pleno culto evangélico na Catedral da Bênção, em Taguatinga (DF), o ex-presidente entregou-se às lágrimas diante da congregação. O motivo? Uma combinação de fé, tornozeleira eletrônica e o apertado cerco judicial que cada vez mais parece se fechar ao seu redor.
essa cabecinha sem bulbos capilares do tirano, exposta cada vez mais aos raios ultravioletas estão elevando o nível de insanidade de sua santidade o iluminado alexandre I, cabeça de glande