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Geral Alexandre de Moraes determina que penitenciárias de Santa Catarina informem se há vagas para receber ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques

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Silvinei foi condenado a uma pena de 24 anos e 6 meses de prisão por envolvimento na trama golpista. (Foto: Divulgação/PRF)

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que as administrações penitenciárias de Florianópolis e São José, ambas em Santa Catarina, informem se têm capacidade de receber o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, atualmente detido em Brasília.

Vasques está preso preventivamente desde dezembro, quando rompeu sua tornozeleira eletrônica e fugiu para o Paraguai. O ex-diretor-geral foi detido pelas autoridades do país vizinho e, posteriormente, transferido para Brasília.

A defesa de Vasques solicitou que ele seja transferido para Santa Catarina, onde morava. A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu o envio de ofício às administrações penitenciárias para avaliar a viabilidade da troca, o que foi aceito por Moraes.

“Oficie-se às administrações penitenciárias de origem (Brasília/DF) e de destino (São José/SC ou Florianópolis/SC, para que informem a viabilidade operacional de recambiamento do preso, notadamente a existência ou não de vagas nos municípios de São José/SC ou Florianópolis/SC, ou em local próximo, condizentes com o regime prisional ao qual o requerente está submetido (prisão preventiva)”, determinou o ministro.

Vasques foi condenado pela Primeira Turma do STF a 24 anos e seis meses de prisão, pela participação na trama golpista. Ainda é possível apresentar recursos.

Ele comandou a PRF durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e foi considerado responsável por ter organizado um bloqueio em rodovias no segundo turno das eleições de 2022, com o objetivo de impedir o deslocamento de eleitores do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, hoje presidente. As informações são do jornal O Globo.

 

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