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Economia Alta na taxa de juros busca atacar a inflação persistente e a perda do poder de compra das famílias, aponta Fiergs

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O Copom aumentou a Selic para 9,25% ao ano na quarta-feira

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Para analistas, medida pode levar o BC a adiar plano de redução da Selic. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O presidente da Fiergs (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul), Gilberto Porcello Petry, disse que o aumento de 1,5 ponto percentual na Selic, para 9,25% ao ano, ocorreu porque, nas últimas semanas, tem-se observado a acomodação da atividade econômica e a persistência da inflação, corroendo o poder de compra das famílias e as margens de lucro das empresas.

A elevação da taxa básica de juros foi definida na quarta-feira (08) pelo Copom (Comitê de Política Monetária ) do Banco Central. “Além disso, com as maiores incertezas sobre o teto de gastos, a possível antecipação do aperto monetário nos Estados Unidos e a nova variante ômicron, o cenário se torna mais desafiador para o crescimento e para a inflação de 2022”, afirmou Petry.

Ele observou que, dessa forma, o Banco Central age de maneira responsável no combate à pressão sobre os preços, especialmente para aliviar a elevação dos custos da indústria, que, segundo o presidente da Fiergs, são hoje o “principal inimigo da economia brasileira”.

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