Quarta-feira, 06 de maio de 2026

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Acontece Ampliação do coronavírus suspende atividades da Federasul

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Governador Eduardo Leite durante reunião na Federasul.

Foto: Rosi Boninsegna/Divulgação
Governador Eduardo Leite durante reunião na Federasul. (Foto: Rosi Boninsegna/Divulgação)

Respeitando os protocolos impostos pelas autoridades de saúde a Federasul (Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul), promoveu, na manhã desta quarta-feira (18), uma reunião com membros de sua diretoria e autoridades políticas. A reunião de integração foi transmitida por conference call para filiadas e contou com a presença do governador Eduardo Leite. Eventos públicos e agendas externas da Entidade estão suspensos até 10 de abril, podendo ser prorrogado o prazo.

No início do encontro foram distribuídas aos participantes pequenas embalagens de álcool gel oferecidas pela Unimed Porto Alegre, parceira da Entidade. De acordo com a presidente da Federasul, Simone Leite, estão sendo cumpridas as determinações das autoridades de saúde e a Entidade está preocupada com os efeitos econômicos do coronavírus. A Federação criou uma comissão interna para tratar dos impactos e propor soluções, além de integrar o comitê de crise do governo do Estado que trata do mesmo assunto:

“A situação que estamos vivendo é preocupante, mas precisamos manter a calma e seguir os protocolos de saúde. Não é histeria, porém se faz necessário a discussão dos reflexos na economia, bem como a manutenção de empregos e o cumprimento das obrigações legais”, disse Simone.

Covid-19 no RS

Com o avanço dos casos de infecção pelo coronavírus no RS, o governador Eduardo Leite trouxe detalhes sobre o planejamento no combate da doença. No horizonte do governo do Estado está a queda de arrecadação e o aumento dos gastos com saúde. Para Leite “a tendência é que haja aumento dos casos e medidas mais duras sejam tomadas, tal como a decretação de emergência e ampliação do período de quarentena. Estamos empenhados na aquisição de equipamentos de ventilação mecânica. Esta é uma medida de esforço coletivo, tanto da sociedade quanto do governo federal com o aporte de recursos, seja por meio de bancos públicos ou Ministério da Saúde”.

As restrições das atividades industriais não estão descartadas. De acordo com o governador a estratégia está no controle e higienização, bem como avaliar o nível de aglomeração de pessoas, característica por exemplo, de plantas da indústria de proteína animal, que possui um agravante que é a alteração de temperatura que pode facilitar a infecção pelo Covid-19. ”Neste momento não vemos a necessidade de restringir, mas temos que nos ater ao médio e longo prazos. A quebra de protocolos de saúde alimentar impõe sérias consequências, uma delas é o embargo da exportação de proteína animal, bem como a anulação de certificados sanitários”, advertiu.

Países como Argentina e Uruguai já fecharam suas fronteiras com o Brasil. O governador afirmou que a PGE (Procuradoria Geral do Estado) irá solicitar o fechamento das fronteiras, no território gaúcho, com esses países ao governo federal. Quanto ao período de restrição (quarentena) deve ser intensificado para 15 dias, porém sempre “observando a cooperação social”.

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