Quinta-feira, 18 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 26 de novembro de 2015
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
A vitória de Mauricio Macri na eleição presidencial Argentina não representa apenas um episódio da gangorra Populismo versus Democracia na América do Sul,avalia o analista de cenários estratégicos,o advogado gaúcho Adivo Paim Filho. Segundo sua avaliação feita ao jornalista Flavio Pereira da Rede Pampa, “tudo indica – a vitória de Macri – que representa o final do último capítulo do nazi-peronismo, que tem infelicitado a Argentina desde a metade dos anos 1940”. Paim Filho comenta que,”de fato, já estava na hora de nossos vizinhos aterrissarem no século XXII (que iniciou em 11.9.2001). Não será simples uma reorientação total da vida argentina, tanto tempo iludida por mitologias de supremacia europeia no contexto sul-americano. O protagonismo politico ideológico de Macri, com certeza, colocará o Brasil em segundo plano, eis que o gigante é refém da diplomacia arcaica dos “barbudinhos”, desde os tempos de Geisel, e de uma versão econômica grotescamente adaptada do “modelo chinês”, que até chegou a ser elogiado, em 2008, por Jorge Gerdau”. Para o analista, ” mesmo com a gravíssima crise econômica e política brasileira deste momento, contudo, dificilmente será abalada a posição do Brasil em termos mundiais num curto prazo. Macri, sem dúvida, é um sinal dos tempos, de uma “onda azul”, liberal contemporânea, chegando a terras abaixo da linha do equador”.
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
Os comentários estão desativados.