“Nossa leitura é de que as empresas não entenderam o papel crucial que elas representam no salvamento de vidas em meio à maior crise sanitária em cem anos. Todos estão fazendo esforços descomunais para atender a demanda interna por leitos, respiradores, medicamentos, e a sociedade espera isso também dos planos de saúde. A situação não é de normalidade, requerendo responsabilidade social com quem não conseguirá arcar com as mensalidades em decorrência da crise.