Domingo, 19 de julho de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Brasil não corre risco de apagão em 2021

Compartilhe esta notícia:

Entidade diz que País passa por “pior crise hidrológica desde 1930".

Foto: Caio Coronel/Itaipu Binacional
O martelo sobre o conselho foi batido em reunião entre o diretor de Itaipu Ênio Verri e Lula. (Foto: Caio Coronel/Itaipu Binacional)

O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) afirmou que o País não corre risco de corte no fornecimento de energia este ano, apesar de o país passar pela “pior crise hidrológica desde 1930”. O órgão divulgou na sexta-feira (4) uma nota técnica com a avaliação das condições de atendimento energético do SIN (Sistema Interligado Nacional). Nessa nota, a entidade afirma que o nível das chuvas, “significativamente abaixo da média histórica”, motivou uma série de recomendações.

As medidas propostas, segundo o ONS, já foram postas em prática. “Entre as ações em curso destacam-se a flexibilização das restrições hidráulicas dos aproveitamentos localizados nas bacias dos rios São Francisco e Paraná; aumento da geração térmica e da garantia do suprimento de combustível para essas usinas; importação de energia da Argentina e do Uruguai, além de campanha de uso consciente da água e da energia”, explicou a entidade.

Segundo ela, as providências estão sendo tomadas para garantir o fornecimento de energia. “Sendo assim, diversas medidas foram aprovadas pelo CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico) e já estão em curso, o que faz com que esse cenário não se concretize e se garanta o fornecimento de energia e potência em 2021”.

Crise hidrológica

Na análise do Operador Nacional do Sistema Elétrico, o déficit de precipitação acumulado nos últimos dez anos em algumas bacias chega alcançar um valor maior do que o total de chuva que ocorre em média num ano. Por causa disso, explicou a entidade, as vazões afluentes às usinas localizadas nessa bacia também têm se situado abaixo da média histórica nos últimos anos.

“Considerando-se as previsões de afluência obtidas com a chuva de 2020, prevê-se a perda do controle hidráulico de reservatórios da bacia do Rio Paraná no segundo semestre de 2021; a perda do controle hidráulico na bacia do Paraná implicaria em restrições no atendimento energético nos subsistemas Sul e Sudeste/Centro-Oeste”, apontou o documento do ONS, em duas de suas conclusões.

“[…] As medidas indicadas, que resultam na manutenção da governabilidade hidráulica da bacia do rio Paraná, permitem assegurar o atendimento eletroenergético do SIN em 2021”, acrescentou a nota técnica.

tags: Brasil

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Com mais de 20 municípios em situação de emergência, agricultores gaúchos sentem impactos da seca
Lojista poderá registrar recebíveis de cartão a partir desta segunda
Pode te interessar