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Brasil Aplicativo deve agilizar pré-cadastro de doadores de medula óssea no Brasil

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O lançamento do aplicativo faz parte das celebrações do Dia Mundial do Doador de Medula Óssea

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
O lançamento do aplicativo faz parte das celebrações do Dia Mundial do Doador de Medula Óssea . (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea), coordenado pelo Inca (Instituto Nacional de Câncer), apresentou neste sábado (18), no Rio de Janeiro, um novo aplicativo que vai agilizar a atualização de dados de doadores e facilitar o pré-cadastro de interessados na doação de órgãos.

O aplicativo está disponível para celulares com sistema iOS e Android. O lançamento faz parte das celebrações do Dia Mundial do Doador de Medula Óssea.

Desde janeiro, o aplicativo está sendo usado em caráter experimental para pré-cadastro de novos inscritos no Redome nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Ceará.

Os primeiros resultados mostram que foram feitos, até agosto, 13.021 downloads do aplicativo. Dos 486 pré-cadastros efetuados, 129 pessoas se dirigiram a um hemocentro para finalizar a inscrição.

A coordenadora técnica do Redome, médica Danielli Oliveira, destacou que, para funcionar como pré-cadastro em nível nacional, o hemocentro estadual tem que fazer o cadastro também usando os dados do aplicativo. “A gente está convocando os nossos hemocentros para que  entrem no aplicativo. Ele não é obrigatório”, afirmou.

Danielli observou que o aplicativo já permite a atualização de dados pessoais daqueles que estão há mais tempo no registro, como mudança de telefone e endereço, o que é fundamental para a rápida localização do doador compatível.

Atualmente, estão cadastrados no Redome 5,4 milhões de doadores, dos quais 120 mil entraram neste ano. Em 2021, até agosto, foram feitos no Brasil 200 transplantes de medula óssea, sendo 140 com doadores brasileiros.

Danielli salientou também que o banco de doadores do Brasil beneficiou neste ano em torno de 20 pacientes de outros países. A coordenadora técnica do Redome informou que a quantidade de transplantes neste ano está maior do que em 2020, quando sofreu impactos da pandemia de Covid-19.

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