Sexta-feira, 30 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 20 de julho de 2021
A ex-deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) informou nesta terça-feira (20) que constava como morta em seu cadastro no SUS (Sistema Único de Saúde) A mesma coisa já havia acontecido com a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann. O coordenador nacional do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos, também anunciou na segunda-feira (19) que seus haviam sido dados alterados na plataforma.
“No dia em que fui me vacinar contra covid-19, fiquei algumas horas na fila emocionada. Quando foram preencher meu cadastro não encontraram meus dados. Imaginei que podia ser algo relacionado à legislação sobre figuras politicamente expostas. Fizeram registro manual e disseram que ia demorar mais tempo para constar no Conectasus. Depois me lembrei do ataque hacker em que haviam mudado meu nome e de meu pai. Pois bem, aí está: eles me mataram depois do 1° turno da eleição de 2018. Sobre a alteração do meu cadastro no Ministério da Saúde: ingressarei com ação judicial para que seja corrigida a minha inscrição no SUS. Além disso, espero que seja responsabilizada a pessoa que praticou o crime de adulteração. Para tanto, estamos estudando medidas cabíveis. Tenho uma notícia para dar: estou vivinha da silva e na luta apesar das ameaças permanentes que fazem. Vamos ver o Brasil feliz novamente”, afirmou Manuela em seu perfil no Twitter.
Boulos também havia afirmado que teve adulterações e que os nomes dos seus pais foram alterados no sistema por “ofensas e xingamentos”. O nome de seu pai, por exemplo, o infectologista Marcos Boulos, integrante do comitê de contingenciamento do coronavírus no estado, foi trocado para “Kid Bengala”. Também foi deletada a informação de que Boulos já havia se vacinado com a primeira dose do imunizante contra a covid-19.
Segundo Boulos, “O Ministério da Saúde acabou de confirmar que a alteração ilegal do meu cadastro no SUS com xingamentos foi feita por uma ‘pessoa credenciada’. Precisa dizer agora quem foi e qual medida será tomada”, escreveu ele em seu perfil no Twitter, na segunda-feira.
Gleisi Hoffmann já havia afirmado, no último dia 13, que seu cadastro no SUS fora cancelado após ser declarada como morta. No sistema, seu apelido também constava como “Bolsonaro”.
“Meu cadastro no SUS foi cancelado por motivo de óbito e consta no documento, como apelido, o nome do Bolsonaro. Segundo informações isso foi em [20]19, ataque em massa ao sistema. A fraude deve ter atingido muitas pessoas. O que o MS [Ministério da Saúde] fez para corrigir isso, 2 anos depois? O que vai fazer?”, questionou. No último dia 15, ela declarou: “ReSUScitei no cadastro do SUS. Agora estou bem viva, meu CNS foi corrigido. Quero agradecer o empenho e atenção do pessoal do Centro de Saúde n° 5, Lago Sul, em Brasília, que se dedicou para corrigir. Vamos cobrar e acompanhar as investigações do MS [Ministério da Saúde]”, afirmou Gleisi.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Os PTerroristas promoveram estas alterações… para culpar o Bolsonaro…. chega ser Infantil..
É muito bobinho … só quem não trabalha , é vagabundo, tem tempo para criar algo tão tolo…..!!!