Sábado, 03 de outubro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Após nove semanas de melhora, mercado passa a ver tombo do PIB do Brasil maior em 2020, de 5,31%

Compartilhe esta notícia:

Analistas das instituições financeiras também elevaram a estimativa de inflação para 1,78% neste ano

Foto: Reprodução
(Foto: Reprodução)

Após nove semanas consecutivas de melhora, os economistas do mercado financeiro ajustaram sua estimativa média e passaram a prever um tombo maior do PIB (Produto Interno Bruto) de 2020. Com isso, a projeção de queda da atividade neste ano passou de 5,28% para 5,31%.

A expectativa faz parte do boletim de mercado, conhecido como relatório Focus, divulgado nesta terça-feira (08) pelo BC (Banco Central).  O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no País e serve para medir a evolução da economia.

A expectativa para o nível de atividade foi feita em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão. Nas últimas semanas, porém, indicadores têm mostrado o início de uma retomada da economia brasileira. Para 2021, a expectativa do mercado financeiro de crescimento do PIB foi mantida em 3,50%.

Inflação abaixo de 2%

Segundo o relatório divulgado pelo BC nesta segunda-feira (07), os analistas do mercado financeiro elevaram a estimativa de inflação para 2020 de 1,77% para 1,78%. Foi a quarta alta seguida do indicador. A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% em 2020.

Pela regra vigente, o IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo) pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.

A meta de inflação é fixada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). Para 2021, o mercado financeiro manteve em 3% sua previsão de inflação. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

Taxa básica de juros

Após a queda para a mínima histórica de 2% ao ano no começo de agosto, o mercado segue prevendo manutenção da taxa básica de juros da economia, a Selic, neste patamar até o fim deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa do mercado ficou estável em 2,88% ao ano. Isso quer dizer que os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem.

tags: Brasil

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

2 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Adroaldo Mousquer
8 de setembro de 2020 13:52

Onde já se viu vender para a China. Temos é que trocar por quinquilharias com os EUA. Estão nos tirando só o futuro. É pouco não é? E eu sempre pensei que qualquer pessoa que fosse alçada a condição de presidente defenderia seu povo e não trabalharia para uma Nação estrangeira. Que pena. Eu acreditei.

Francisco Carlos Rocha
8 de setembro de 2020 12:00

EU avisei logo no incício, com uma safra pifia em 19/20, seca no RS, vocês vão ver os preços dos alimentos. Ainda mais com a cHINA COMPRANDO todos nossos ESTOQUES. Povo burro entrega tudo ao COMUNISMO.

“Eu era odiada”, diz Carolina Dieckmann sobre sua personagem em “Laços de Família”
Taj Mahal reabrirá as portas apesar do avanço da pandemia do coronavírus na Índia
Pode te interessar
2
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x