Terça-feira, 11 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 17 de maio de 2022
"O poder público precisa agir e combater as diversas formas de violência", disse o governador Ranolfo Vieira Júnior
Foto: Itamar Aguiar/Palácio PiratiniNa data alusiva ao Dia Internacional da Luta LGBTQIA+, comemorado em 17 de maio, o governador Ranolfo Vieira Júnior participou, na manhã desta terça-feira (17), da solenidade de abertura do 1º Encontro Estadual Dialogando a Cidadania LGBTQIA+, promovido pela Secretaria da Igualdade, Cidadania, Direitos Humanos e Assistência Social, por meio da Coordenadoria de Diversidade Sexual. O evento ocorre ao longo desta terça no auditório do Centro Administrativo do Estado, em Porto Alegre.
Durante o evento, foi assinado o decreto que cria a Rede Estadual de Proteção à População LGBTQIA+ no âmbito do RS. De acordo com o texto do decreto, a rede atuará na elaboração e na execução de políticas públicas e de apoio e proteção dessa população, no que diz respeito ao atendimento, à institucionalização e normatização, à defesa e responsabilização, à promoção de direitos e à prevenção.
“O preconceito contra a população LGBTQIA+ é amplo em suas ocorrências, estabelecendo um fio subjetivo e perverso que conecta diversos aspectos da vida das pessoas atingidas. Afeta trabalho, saúde, lazer, educação e família, por exemplo, e cria um ciclo de exclusão que começa no lar e se alastra para os mais diversos ambientes. É por isso que o poder público precisa agir e combater as diversas formas de violência. O governo do Estado já promove uma série de ações voltadas para essa população, mas precisamos fazer mais”, destacou o governador, após a assinatura do decreto.
O seminário será dividido em quatro eixos: assistência social, saúde, segurança e avanços nas políticas de promoção dos direitos LGBTQIA+.
“Vivemos em uma cultura que continua sendo estruturalmente homofóbica, sexista, racista e muitos outros nomes que significam rejeição e discriminação à diversidade. Um país que permite e estimula, até no discurso de algumas lideranças, a violência e a perseguição aos homossexuais e, de forma mais violenta ainda, aos transsexuais”, disse Márcia de la Torre, secretária da Igualdade, Cidadania, Direitos Humanos e Assistência Social.
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Só uma pergunta: perante a lei, não somos todos iguais?
…somos todos iguais mas, não….
Tanto o que fazer para melhorar a vida dos menos favorecidos onde também há os diversos gêneros e eles com beneces para um grupo específico, autodeclarado e exibicionista. Pessoas podem ser o que quiserem mas criar entidades para beneficiar apenas os agremiados creio q foge do propósito do direito constituído à todos.
Nossos políticos são verdadeiros palhaços. Não sabem mais o que fazer para aparecer.
Qualquer candidato que extinguir isso aqui:
“Secretaria da Igualdade, Cidadania, Direitos Humanos e Assistência Social” – tem meu voto.
Imagina como é o dia de trabalho do “Coordenador de Diversidade Sexual” – olha, deve ser tenso coçar o saco.
Será que o vice governador9finho) não tm assuntos mais importantes para cuidar em que engloba a todos e a grande maioria??Como exemplo crinaças , moradores de rua e pesoas que precisam de um prato de sopa e local para dormirem nesse frio, porque o governador em exercício não adquire cobertores e dá para essa classe de mutantes distribuir??