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Notícias Astronauta americana retorna à terra após bater recorde de permanência feminina no espaço

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Astronauta da Nasa Christina Koch vibra logo após desembarcar da cápsula espacial russa Soyuz MS-13 nesta quinta-feira. (Foto: Reuters)

O módulo espacial Soyuz MS-13 aterrissou em segurança nesta quinta-feira (6) com três astronautas a bordo – Christina Koch, Alexander Skvortsov e Luca Parmitano –, informou a Agência Espacial Norte Americana (Nasa).

A americana Christina Koch voltou à Terra após passar 328 dias em órbita, um recorde de maior tempo no espaço da história feito por uma astronauta.

Ela estava acompanhada do comandante da Soyuz, o astronauta russo Alexander Skvortsov e do italiano Luca Parmitano, da Agência Espacial Europeia (ESA). Skvortsov e Parmitano estiveram 201 dias no espaço.

A aterrissagem foi em uma área remota de Zhezkazgan, na região de Karaganda, no Cazaquistão.

Mulher no espaço

De acordo com a Nasa, a missão de Koch poderá permitir que cientistas pesquisem os efeitos da baixa gravidade no corpo feminino. Os resultados poderão ajudar a Nasa a desenvolver melhor o programa Artemis, para enviar pessoas à Lua, e para se preparar para a exploração humana em Marte.

Koch completou 5.248 órbitas em volta da Terra e uma jornada de 139 milhões de milhas, o que equivale a 291 viagens da Terra à Lua.

Ao longo de 11 meses de sua estadia, ela liderou seis caminhadas espaciais. Entre elas, a primeira feita só por mulheres.

Em sua página no Twitter, Koch publicou uma foto da Terra antes de aterrissar e escreveu que sentirá falta da beleza única do Planeta Terra.

Sistema de previsão do tempo

A Nasa começou a usar, desde o final de janeiro, um novo modelo de previsão do tempo. Criado por um físico brasileiro, o sistema, que é mais preciso e confiável, pode contribuir para a prevenção de desastres naturais e orientar melhor o segmento agropecuário.

Intitulado GF, o sistema criado pela equipe de cientistas liderada pelo físico Saulo Freitas, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), aperfeiçoa o atual modelo utilizado pela agência espacial americana, conhecido como Nasa Geos, analisando o desenvolvimento das nuvens e a formação de gotículas de água.

Feita com base em modelos matemáticos que usam as leis da física, esta nova forma de prever o tempo tem maior eficiência no curto prazo, de acordo com Freitas, fornecendo projeções de como as condições meteorológicas vão evoluir, mostrando aonde vai chover e também os locais que terão temperaturas mais altas e mais baixas.

O novo sistema, que pode ter os aspectos relacionados à umidade, temperatura e direção dos ventos aprimorados, ajuda a prevenir desastres naturais nos centros urbanos, pois indica quando rios e encostas estão perto de inundar, além de poder ser utilizado para planejar o plantio e a colheita, entre várias outras áreas.

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