Domingo, 01 de fevereiro de 2026
Por Redação O Sul | 14 de novembro de 2015
Os ataques de sexta-feira em Paris (França) são os mais mortais dos últimos 40 anos na Europa ao lado dos atentados lançados em 11 de março de 2004, em Madri.
7 de janeiro de 2015 na França: dois jihadistas franceses, os irmãos Kouachi, matam 12 pessoas, entre elas cinco desenhistas, na sede do semanário Charlie Hebdo, em Paris, alvo de ameaças de morte por ter publicado caricaturas de Maomé em 2006 e 2012. Foram abatidos pela polícia ao fim de três dias de fuga. Simultaneamente, outro jihadista francês, Amédy Coulibaly, mata cinco pessoas, antes de ser abatido. Os três jihadistas reivindicavam ser da Al Qaeda na Península Arábica ou do Estado Islâmico.
22 de julho de 2011 na Noruega: Anders Behring Breivik explodiu uma bomba perto da sede do governo em Oslo, causando oito vítimas, antes de abrir fogo contra um acampamento das juventudes trabalhistas na ilha de Utoya, matando 69 pessoas. Cumpre pena de 21 anos.
7 de julho de 2005 na Grã-Bretanha: quatro atentados suicidas em horário de pico em três trens do metrô e um ônibus londrino deixam 56 mortos e 700 feridos. Reivindicados por grupo vinculado à Al Qaeda.
11 de março de 2004 na Espanha: uma dezena de bombas explodem por volta das 7h40min, em Madri, e em seus subúrbios, causando 191 mortos e cerca de 2 mil feridos. Foi reivindicado pela Al Qaeda.
15 de agosto de 1998 na Grã-Bretanha: a explosão de um carro-bomba em Omagh, na Irlanda do Norte, deixa 29 mortos e 220 feridos. Reivindicado por um grupo dissidente do Ira.
19 de junho de 1987 na Espanha: um atentado com carro-bomba cometido pelo ETA em um centro comercial de Barcelona deixa 21 mortos e 45 feridos.
2 de agosto de 1980 na Itália: uma bomba explode na sala de espera da estação de Bolonha, deixando 85 mortos e 200 feridos. Dois membros de um grupo terrorista de extrema direita pegaram prisão perpétua.