Terça-feira, 12 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 21 de junho de 2016
Omar Mateen, o extremista que matou 49 pessoas em uma boate gay de Orlando, na Flórida (EUA), comprou na véspera do massacre três passagens de avião para uma viagem em família. O atirador, sua mulher, Noor Salman, e o filho do casal viajariam para São Francisco no mês de julho. O investigadores não entendem por que ele faria estes planos, se planejava o ataque brutal para o dia seguinte.
Segundo autoridades, ele teria visitado a boate Pulse no dia do ataque, saído e retornado de duas a três horas depois armado. A primeira ida à casa noturna poderia ter sido uma forma de checar a segurança no local.
Noor relatou às autoridades que seu marido saiu de casa muito bravo naquele dia, carregando uma bolsa cheia de armas. A mulher afirma que tentou impedi-lo de sair de casa, o segurando pelo braço. De lá, ele fez uma viagem de cerca de duas horas até a boate.
Durante o massacre, Mateen entrou em contato com as autoridades e se identificou como um “soldado islâmico”. Ele também criticou os bombardeios ao Iraque e à Síria e jurou lealdade ao líder do Estado Islâmico.
De acordo com o FBI (a polícia federal norte-americana), que liberou nesta segunda-feira trechos das gravações das ligações feitas pelo atirador, Mateen se mostrou calmo e desafiador. (AG)
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