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Mundo Atirador em jantar com Trump pode ser condenado à prisão perpétua

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Em depoimento, o atirador não se declarou culpado.

Foto: Reprodução
Em depoimento, o atirador não se declarou culpado. (Foto: Reprodução/Truth Social)

O homem que disparou durante um evento em Washington com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compareceu pela primeira vez diante de um juiz federal, nesta segunda-feira (27), e foi indiciado por tentativa de assassinato. Se considerado culpado, ele poderá ser condenado à prisão perpétua, segundo o procurador-geral interino dos EUA, Todd Blanche.

Em entrevista a jornalistas, Blanche detalhou que Cole Tomas Allen, 31, ele foi acusado de tentativa de assassinato do presidente dos EUA, cuja condenação é de prisão perpétua, transporte de arma para cometer um crime (10 anos de detenção) e disparo de arma de fogo durante a prática de um crime violento (a partir de 10 anos até prisão perpétua).

Durante a audiência, segundo a agência de notícias Reuters, ele vestia um macacão azul, comum entre detentos, ao ser levado para o tribunal federal de Washington, segundo a agência de notícias Reuters. “Ele tentou assassinar o presidente dos EUA, Donald J. Trump”, disse a promotora Jocelyn Ballantine durante a audiência.

O atirador, que não se declarou culpado, afirmou que responderia a todas as perguntas com sinceridade. Já o juiz federal Matthew Sharbaugh determinou que ele permanecesse sob custódia enquanto o caso é investigado. Outra audiência foi marcada para a próxima quinta-feira (30).

Após a audiência, em entrevista a jornalistas, o procurador-geral afirmou que “agentes federais não falharam” durante o evento. A fala acontece na esteira de críticas relacionadas a falta de segurança no evento. Segundo relatos de jornalistas, os convidados não passaram por raio-X ou detectores de metais para entrar no jantar.

Blanche defendeu que agentes de segurança “fizeram exatamente o que são treinados a fazer. É um resultado de proteção. Agentes nos protegeram e tiveram um comprometimento com a lei”. Ele detalhou o caminho do atirador até o evento.

Segundo o procurador, Allen teria deixado a Califórnia no dia 21 de abril e seguiu, de trem, até Chicago, e desembarcou no dia 23. Depois, seguiu viagem até Washington, onde chegou no dia 24, data do evento. Ele fez o check-in às 13h no hotel do jantar e às 20h40 se aproximou da segurança correndo com uma arma, onde foi possível ouvir o disparo da arma. Um agente de segurança foi atingido, mas usava colete à prova de balas e não ficou ferido. Na sequência, Allen foi preso.

A procuradora federal dos EUA, Jeanine Pirro, que também estava presente na entrevista, mostrou as marcas que Allen carregava. “Qualquer insinuação que ele não estava ali para causar dor é absurda”, afirmou ela, que também relatou que as armas que o atirador carregava fora compradas na Califórnia. “Por que isso é relevanet? É relevante porque ele viajou entre estados com essas armas.”

Ela também afirma que o manifesto deixado pelo atirador antes de iniciar os disparos também deixa claro quais eram as intenções naquele evento. O homem encaminhou um manifesto para sua família, divulgado pelo New York Post. No documento, ele criticou a falta de segurança do evento e afirmou que estava nervoso pelo ataque que estava prestes a fazer. Também disse que os alvos eram autoridades americanas e a maioria das pessoas que “optaram por participar do discurso de um pedófilo e estuprador”, a quem chama de cúmplices.

Apesar de não citar o nome do presidente Donald Trump, as evidências ligam as mensagens ao mandatário. O republicano foi alvo de críticas ao longo do último ano pela proximidade que manteve com o abusador sexual Jeffrey Epstein, que morreu enquanto aguardava a conclusão do julgamento em 2019.

Em fotos, documentos e emails, Trump parece ter tido uma relação próxima com Epstein, apesar de ele negar. Neste ano, o presidente escreveu nas redes sociais que nunca foi à ilha onde o financista abusava das vítimas e ameaçou processar opositores que o ligam ao caso.

“Eu não só não era amigo de Jeffrey Epstein como, com base em informações que acabam de ser divulgadas pelo Departamento de Justiça, Epstein e um ‘autor’ mentiroso e canalha chamado Michael Wolff conspiraram para me prejudicar e/ou prejudicar minha Presidência”, publicou.

 

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roque
27 de abril de 2026 21:34

Será que nao foi convidado a fazer o teatrinho para desfocar o vexame com o Irã

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