Quinta-feira, 11 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 18 de abril de 2017
O líder do governo no Congresso Nacional, deputado André Moura (PSC-SE), afirmou nesta terça-feira (18) que “baderneiros” não podem paralisar os trabalhos do Poder Legislativo.
Moura deu a declaração após um grupo de policiais que fazia um protesto na Esplanada dos Ministérios invadir o prédio do Congresso. Diante do tumulto, vidros foram quebrados e a Polícia Legislativa reagiu com spray e bombas.
O tumulto, na entrada principal do Congresso, chamada de Chapelaria, começou por volta das 15h30min, quando um grupo de policiais civis, rodoviários e federais de vários estados e do Distrito Federal tentou invadir a Câmara. O tumulto durou cerca de uma hora, até que os manifestantes se dispersaram.
“A gente não vai permitir que esses baderneiros que não respeitam a democracia, que vêm fazer bagunça e são mal-educados, paralisem os trabalhos”, afirmou André Moura.
O texto suspende o pagamento das dívidas dos estados com a União por três anos, prorrogáveis por mais três. Os Estados, porém, têm de adotar medidas de ajuste fiscal, as chamadas contrapartidas.
A votação do projeto já foi adiada quatro vezes seguidas por falta de consenso entre os parlamentares sobre a proposta e por falta de quórum no plenário.
A Câmara tenta votar a proposta há semanas, mas impasses em torno da matéria vêm adiando a tramitação. Há questionamentos de deputados sobre as contrapartidas previstas no texto, além de demandas por benefícios de Estados que não estão em crise.
(AG)
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