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Política Bancada evangélica se reúne com Bolsonaro nesta quarta-feira para tratar de dívidas das igrejas

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Presidente vetou lei que perdoava débitos mas, logo em seguida, sugeriu que Congresso derrube o veto

Foto: Isac Nóbrega/PR
O presidente da República disse que tem o cálculo na bexiga há mais de cinco anos. (Foto: Isac Nóbrega/PR)

A bancada evangélica no Congresso deve se reunir nesta quarta-feira (16) com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. O encontro acontecerá dias após Bolsonaro vetar, em parte, uma proposta aprovada no parlamento para perdoar dívidas tributárias das igrejas.

Logo após anunciar a decisão, o próprio presidente foi às redes sociais para sugerir que Câmara e Senado derrubassem o veto. No encontro, a bancada evangélica deve tratar de possíveis soluções para o tema – seja restabelecendo o projeto original ou aprovando uma PEC (proposta de emenda à Constituição) sobre o assunto.

Parlamentares do grupo se reuniram na tarde desta terça-feira (15), pela internet, para traçar uma estratégia. Inicialmente, o veto de Bolsonaro desagradou integrantes da bancada.

Em nota após o encontro, no entanto, a frente parlamentar anunciou que deve “dedicar mais tempo à análise das consequências envolvidas no tema” e recorrer “ao apoio de juristas e outras autoridades que possam contribuir para um posicionamento mais abalizado quanto às medidas a serem adotadas pelos parlamentares da bancada”. O grupo de deputados e senadores diz que pretende anunciar uma decisão a respeito do tema daqui a uma semana, no dia 23.

O veto presidencial

Na postagem publicada após o veto, Bolsonaro disse que foi obrigado a retirar o perdão das dívidas do texto sancionado para não ferir regras orçamentárias. Por isso, segundo o presidente, caberia ao Congresso derrubar o veto e restaurar o perdão das dívidas. Segundo o presidente, ao contrário dele, os parlamentares não teriam que se preocupar com as implicações jurídicas e orçamentárias de seus votos.

Sem dar detalhes, Bolsonaro disse que deve encaminhar ao Congresso ainda nesta semana uma proposta de Emenda à Constituição com “uma possível solução para estabelecer o alcance adequado para a imunidade das igrejas nas questões tributárias”.

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7 Comentários
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Vanderlei Ochoa
16 de setembro de 2020 12:46

“Igrejas” metidas com política partidária? É ruim einh? Será que são igrejas ou ceitas ??Fica a dúvida.

Cezar Roldão Schuaste
16 de setembro de 2020 14:03

CAMPANHA CONTRA O PERDÂO DE DIVIDAS < Deve negocie e pague igual todo negocio Brasileiro , Gritemos NÂO

Cezar Roldão Schuaste
16 de setembro de 2020 11:39

Acho , achando que entendi que sonegar é crime , e crime no Brasil compença .#NadaDePerdãoDeDivida

Gilmar Michelon de Oliveira
17 de setembro de 2020 02:17

Cristãos não mendigam dinheiro e nem vivem na riqueza as custas do povo querida.

Laila Mendez
16 de setembro de 2020 13:24

Cobrar impostos das igrejas evangélicas é de um descaramento total! Realmente, estamos no fim dos tempos. Segundo a Bíblia, vai haver grande perseguição aos seguidores de Jesus Cristo quando se aproximar o fim dos tempos.

Valmir Endruweit
16 de setembro de 2020 12:04

‘OU PERDOA A DÍVIDA OU “Jesus” não irá te reeleger” a exigência da primeira dama ” ou perdoa as Igrejas ou não dou mais”

Gilmar Michelon de Oliveira
16 de setembro de 2020 11:59

Já não bastam os partidos, os politicos..os 3 poderes…mas que m**** de país é esse? Só querem ´´usurpar´´ o povo.

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