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Economia Banco Central afirma que a guerra no Oriente Médio exige política de juros restritiva no Brasil

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A taxa Selic atual está em 14,75% ao ano

Foto: Divulgação
A taxa Selic atual está em 14,75% ao ano. (Foto: Divulgação)

O BC (Banco Central) avaliou nesta terça-feira (24) que a guerra no Oriente Médio piorou as perspectivas para a inflação no Brasil, diante do aumento dos preços do petróleo. Com esse cenário, segundo a autoridade monetária, a política de juros terá de se manter “contracionista” (restritiva).

As informações constam na ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), realizada na semana passada, quando a taxa básica de juros foi reduzida de 15% para 14,75% ao ano – o primeiro corte na Selic em quase dois anos.

“As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes, que seguiam em trajetória de declínio, subiram após o início dos conflitos no Oriente Médio, permanecendo acima da meta de inflação em todos os horizontes”, disse o Banco Central.

Por conta disso, a instituição afirmou que é preciso manter uma política de juros conservadora, o que indica que o ciclo de cortes pode ser mais contido em relação ao que era estimado antes do conflito no Oriente Médio. “Mantém-se, de um lado, a interpretação de uma inflação pressionada pela demanda e que requer uma política monetária contracionista e, de outro, a interpretação de que a política monetária tem contribuído de forma determinante para a desinflação observada”, avaliou a autoridade monetária.

Ao contrário do ocorrido em janeiro, quando sinalizou um corte de juros na sua reunião seguinte, o Copom evitou, desta vez, dar indicações sobre suas próximas decisões a respeito da Selic.

“Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta dentro do horizonte relevante para a política monetária [definição dos juros para conter a inflação], o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises”, informou o BC.

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JADE
24 de março de 2026 10:50

NOSSA INFLAÇÃO NÃO É DE DEMANDA, NEM TEM A VER COM AS TAXAS DE JUROS…….É ARTIFICIALIDADE DA ECONOMIA….

QUANDO ESTE CANCER VOLTOU A CENA DO CRIME ….ELE JOGOU NO MERCADO BILHOES DE REAIS…..dando a impressão de que a economia esta funcionando….

Ele fez isso quando jogou bilhoes na construção civil….na compra da linha branca….ao facilitar a compra do tão sonhado carro novo…(tem gente pagando até hoje)…..

TEM A VER COM A ELEVAÇÃO E NOVOS IMPOSTOS(SÃO QUASE 40 NOVOS IMPOSTOS E TAXAS)… QUE GERAM INFLAÇÃO….E EMPOBRECIMENTO….etc,,,etc

ENFIM TUDO É UMA MENTIRA NESTE DESGRAÇA DE GOVERNO….

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