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Economia Banco Central afirma que manterá “restrição adequada” na política de juros para conter a inflação no Brasil

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Na semana passada, a Selic foi reduzida de 14% para 13,75% ao ano

Foto: Reprodução
Na semana passada, a Selic foi reduzida de 14% para 13,75% ao ano. (Foto: Reprodução)

O BC (Banco Central) do Brasil reafirmou nesta terça-feira (22) que manterá “perseverança, firmeza e serenidade” na condução da política de juros, pois isso colaborará para a chamada “reancoragem das expectativas”, ou seja, trazer as projeções de inflação para as metas dos próximos anos, com menor custo para a economia.

A informação consta na ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), realizada na semana passada, quando a taxa básica de juros da economia caiu de 14% para 13,75% ao ano. Esse foi o quinto corte seguido da Selic.

“No contexto atual de incerteza em níveis historicamente elevados, com riscos assimétricos na direção altista para os preços, o Comitê reitera que a magnitude do ciclo de calibração [definição dos juros] será ajustada à luz da evolução do cenário, de forma a manter a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta”, acrescentou o BC.

Ao não dar indicação sobre os próximos passos nas decisões sobre a taxa de juros, o BC deixou a porta aberta para tomar a decisão que julgar adequada nas próximas reuniões do Copom. Na semana passada, o mercado financeiro passou a acreditar em mais um corte de juros neste ano, com a taxa terminando 2026 em 13,50% ao ano.

O Copom avaliou que as “evidências de transmissão” dos juros altos para a atividade econômica “têm se acumulado gradualmente”. “Embora a política monetária [de juros] esteja contribuindo de forma determinante para o processo de desinflação, a inflação permanece pressionada pela demanda, exigindo que a política monetária mantenha caráter restritivo”, acrescentou.

O BC reconheceu também que “choques de oferta”, como a alta recente do petróleo (fruto do conflito no Oriente Médio), têm exercido “influência relevante tanto sobre a trajetória recente da inflação quanto sobre sua trajetória prospectiva (projeções para os próximos anos)”.

“O Copom avalia que não deve reagir aos efeitos primários de choques dessa natureza [de oferta], mas que é necessário monitorar com atenção eventuais efeitos de segunda ordem, e reagir com firmeza caso esses efeitos se materializem”, acrescentou o Comitê.

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2 Comentários
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MIRO
22 de setembro de 2026 12:04

A nossa inflação nunca foi de demanda….

O unico culpado é o governo , que gasta muito; o que não tem, e gasta mal….
Aumenta os INSUMOS que ele domina, para arrecadar mais (Gasolina, Energia, Impostos e taxas)…

Então dizer que os juros estão altos para freiar o consumo ….ESTA MENTINDO PARA O POVO………N O V A M E N T E

MIRO
22 de setembro de 2026 09:50

A inflação já foi contida pelo IBGE….Ou vc acredita que a inflação anual do Brasil é de 4% ao ano….?

No Governo do BOZO, a Gasolina custava 4,30…..hoje com o LADRÃO…..vc paga 9,00 Reais pela AGUALINA LULISTA…(Sim…o teu carro esta gastando 30% a mais)

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