Terça-feira, 11 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 7 de maio de 2025
A taxa Selic atingiu o maior patamar desde julho de 2006, ainda no primeiro mandato de Lula
Foto: DivulgaçãoO Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (7) subir a taxa básica de juros de 14,25% para 14,75% ao ano, um aumento de 0,5 ponto percentual. A elevação era aguardada pela maioria dos economistas do mercado financeiro. Especialistas esperavam o aumento depois de indicações feitas pelo próprio BC.
Com o novo aumento, a taxa Selic atingiu o maior patamar desde julho de 2006, ainda no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Naquele momento, os juros estavam em 15,25% ao ano.
Recentemente, a instituição informou, em documentos oficiais, que subiria novamente a taxa em maio (mas com menor intensidade).
“O ambiente externo mostra-se adverso e particularmente incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente acerca de sua política comercial e de seus efeitos. A política comercial alimenta incertezas sobre a economia global, notadamente acerca da magnitude da desaceleração econômica e sobre o efeito heterogêneo no cenário inflacionário entre os países, com repercussões relevantes sobre a condução da política monetária”, escreveu o Copom.
O comitê também deu sinais sobre a próxima reunião:
“Para a próxima reunião, o cenário de elevada incerteza, aliado ao estágio avançado do ciclo de ajuste e seus impactos acumulados ainda por serem observados, demanda cautela adicional na atuação da política monetária e flexibilidade para incorporar os dados que impactem a dinâmica de inflação.”
Esta é a sexta elevação seguida na taxa Selic, que serve de referência para taxas de juros cobradas no Brasil. O Banco Central tem informado que busca uma desaceleração (ritmo menor de crescimento) para a economia como forma de tentar conter as pressões inflacionárias, e atingir as metas de inflação.
No relatório de política monetária, divulgado em março, a instituição informou que a economia continua operando acima do seu potencial de crescimento.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, avaliou no fim do mês passado que os sinais de desaceleração da economia ainda são muito iniciais e que é necessário manter vigilância sobre o comportamento dos preços.
Entre os motivos para a inflação alta, o BC tem listado:
* a resiliência do nível de atividade;
* o mercado de trabalho aquecido;
* a alta de gastos públicos.
Apesar da economia doméstica aquecida, contribui para a desaceleração o contexto da economia internacional, marcado pelo tarifaço do presidente norte-americano, Donald Trump — que freia o ritmo global de expansão (com tendência de impactar também o Brasil).
A taxa básica de juros da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.
Para definir os juros, a instituição atua com base no sistema de metas. Se as projeções estão em linha com as metas, pode baixar os juros. Se estão acima, tende a manter ou subir a Selic.
Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo de 3% será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.
Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.
Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.
Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o segundo semestre de 2026 e início de 2027.
Para 2025, 2026, 2027 e 2028, a projeção do mercado para a inflação oficial está em 5,53% (com estouro da meta), 4,51%, 4% e em 3,80%. Ou seja, acima da meta central de 3%, buscada pelo BC. O BC admitiu recentemente que a meta de inflação pode ser novamente descumprida em junho deste ano, ao completar seis meses seguidos acima do teto de 4,5%. As informações são do portal de notícias g1.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
E agora VANDECAS? Não era culpa do bolsonarista do Campos Neto? A EXTREMA ESQUERDA já tá toda largando a mão do Painho. Até a Janja deixa o corn… digo o Lula na mão quando o Macron chama. E pra VANDECA agro significa o pasto que ele come. Chora PETEZADA a batata do Lulinha tá assando.
“Galinha Ochoca” ficou show! kkk
NUNCA PENSEI QUE IRIA AGRADECER AO LULADRÃO….
Obrigado …..com esta taxa…não vou mais empreender, assumir riscos…vou deixar meu dinheiro trabalhando pra min …
Desgraça , para quem tem emprestimos contratados nos Bancos lulistas, quem comprou maquinario, quem plantou….
Enfim…..GANHA QUEM TEM DINHEIRO…e quem vai aumentar o numero de pobres…
LULADRÃO…O PAI DOS POBRES…NÃO PARA DE GERAR…
Que desgraça…e isso, se arrasta por decadas…O Brasil de ferrou com este lulismo de merda…
eomundo.com.br › com-lula-populacao-de-rua-cresce
Com Lula, população de rua cresce três vezes mais rápido….
Somente os sonhadores cegos e apaixonados e os trouxas por opção própria acreditam que, com um governo perdulário como esse, teremos resultados diferentes. Grande estraguista é o deles.