Segunda-feira, 15 de junho de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Banco Central indica novo corte na taxa Selic

Compartilhe esta notícia:

Banco Central indica novo corte na taxa Selic. (Foto: Reprodução)

O Banco Central divulgou nesta terça-feira (6), por meio da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que a taxa básica de juros pode recuar novamente nos próximos meses. No último encontro do comitê, os juros caíram para 6% ao ano –o menor valor da série histórica.
“O Comitê avalia que a consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir ajuste adicional no grau de estímulo [monetário, ou seja, corte da Selic]”. O colegiado ressaltou que “dados sugerem possibilidade de retomada do processo de recuperação da economia brasileira, que tinha sido interrompido nos últimos trimestres”.

Para integrantes do comitê, o Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – tende a ficar estável ou apresentar ligeiro crescimento no segundo trimestre. A aceleração do índice pode continuar nos trimestres seguintes, reforçada pelos estímulos decorrentes da liberação de recursos do Fundo de Garantira do Tempo de Serviço (FGTS) e do PIS/Pasep. Apesar disto, a expectativa é que o ritmo de “crescimento subjacente da economia, que exclui os efeitos de estímulos temporários, será gradual”.

JUROS

Na ata, o Copom explicou que sua decisão de cortar a Selic ocorreu porque a perspectiva de inflação em 2020 está “em torno ou abaixo da meta” e devido ao “elevado grau de ociosidade na economia”.

Para a comitê, a inflação deve ficar em torno de 3,6% em 2019 e 3,9%, em 2020, em um cenário com taxa Selic terminando 2019 em 5,50% ano, permanecendo nesse patamar até o final de 2020. Esse cenário também supõe trajetória de taxa de câmbio (dólar) R$ 3,75 ao final de 2019 e em R$ 3,80, no fim de 2020. As projeções para a inflação de preços administrados são de 4,1% para 2019 e 4,6% para o próximo ano.

A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é 4,25%, em 2019, e 4%, em 2020. A projeção considera intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, provocando reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Durante congresso na capital paulista, presidente Jair Bolsonaro diz que economia está se recuperando
China adverte manifestantes em Hong Kong


Pode te interessar