Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 28 de janeiro de 2026
O colegiado destacou incertezas no cenário internacional.
Foto: ABrNa primeira reunião de 2026, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nessa quarta-feira (28), manter a taxa Selic em 15% ao ano. Foi a quinta vez consecutiva em que a autoridade monetária optou pela estabilidade dos juros básicos da economia, decisão amplamente esperada pelo mercado financeiro.
Com o fim do ciclo de aperto monetário iniciado em 2023, as atenções agora se voltam para os sinais que o BC poderá emitir sobre o início de um eventual ciclo de cortes. Apesar da manutenção da taxa, analistas seguem atentos ao tom do comunicado e às projeções para a inflação nos próximos anos.
De acordo com a mais recente edição do relatório Focus, divulgada pelo próprio Banco Central, as instituições financeiras reduziram pela terceira semana consecutiva a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026, agora projetado em 4%. Para 2027, a expectativa também recuou, chegando a 3,80%. Ainda assim, a inflação permanece acima da meta central perseguida pela autoridade monetária.
No último comunicado do Copom, divulgado em dezembro, o BC evitou sinalizar quando poderá iniciar a flexibilização da política monetária. O colegiado destacou incertezas no cenário internacional, especialmente relacionadas à conjuntura econômica e à política fiscal e monetária dos Estados Unidos, além de tensões geopolíticas, fatores que impactam diretamente as condições financeiras globais. O Banco Central também reforçou a necessidade de cautela por parte das economias emergentes diante desse ambiente externo mais adverso.
No cenário doméstico, a avaliação do BC indica melhora gradual de alguns indicadores econômicos. O comunicado reconheceu sinais de moderação no ritmo de crescimento da atividade e arrefecimento da inflação, embora o mercado de trabalho siga aquecido, o que ainda exige atenção da política monetária.
A taxa Selic é o principal instrumento utilizado pelo Banco Central para controlar a inflação, uma vez que influencia os juros cobrados em empréstimos, financiamentos e operações de crédito para famílias e empresas. Atualmente, a meta de inflação é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,50 ponto percentual para cima ou para baixo, o que permite variação entre 1,50% e 4,50%.
No exterior, o Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, também decidiu, nesta quarta-feira, manter a taxa de juros na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano, interrompendo um ciclo de três cortes consecutivos. A decisão, em linha com as expectativas do mercado, reforça um cenário global ainda marcado por cautela das autoridades monetárias.
(Com informações de O Globo)
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Tu não vai relinchar contra o cumpanhero Galípolo como fazias contra o Campos Neto ???
Mesmo assim Brasil crescendo, gerando milhões de empregos, atraindo investimentos externos, salários melhorando, programas sociais funcionando, dívida externa quitada, etc etc e tal. Parabéns ESTADISTA LULA.
Brasil crescendo? Milhões de rmpregos? Não existe investimento externo sem confiança na estabilidade jurídica. Salário melhorando? Só da mulher do Xandão. Programas sociais funcionando. Sim isto é verdade. Alguém fala pro RETARDADO da EXTREMA ESQUERDA parar de se informar pela Miriam Leitão. Pela página do Partido dos Trabalhadores. Ou na página do Sindicato que ele deve ser filiado. Tá ficando feio.
Olá pessoal
Sobre aquele Robô de investimentos que o Gil do Vigor comentou no PodCast
que te Gera Lucros no Automático todos os dias usando Inteligência Artificial
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Aguardando os equinos aloprados da jumentolândia reclamarem do cumpanhero Galípolo, da mesma forma que relinchavam contra o Campos Neto, dizendo “eject bolsonarista”…
Nem o chefe mentiroso deles reclama.
A culpa da alta da taxa é exclusivamente do desgoverno que gasta mais do que arrecada, esbanja aos quatro ventos e em momento algum apresenta crescimento real da economia, senão dados maquiados, aliás, o que é sua especialidade. Fica o recado para aqueles que querem continuar se ferrando: vão morar na Venezuela, em Cuba ou na Rússia, mas não se ferrem votando na esquerda, pois assim, vocês estarão ferrando também os outros.