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Política Pedido de vista de deputado federal gaúcho adia votação do fim da escala de trabalho 6×1

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A votação da PEC na comissão especial que discute o tema na Câmara dos Deputados está prevista para esta quarta

Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
A votação da PEC na comissão especial que discute o tema na Câmara dos Deputados está prevista para esta quarta. (Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)

Um pedido de vista coletiva encabeçado pelo deputado federal Mauricio Marcon (PL-RS) adiou a votação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do fim da escala de trabalho 6×1 na segunda-feira (25).

Durante a sessão, o relator da proposta, deputado federal Léo Prates (Republicanos-BA), apresentou seu parecer sobre o texto, prevendo a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição salarial, em até 14 meses após a promulgação da proposta.

A votação da PEC na comissão especial que discute o tema na Câmara dos Deputados está prevista para esta quarta-feira (27). Em seguida, será votada pelo plenário da Câmara, antes de seguir para o Senado.

Conforme a proposta, a redução das quatro horas na jornada de trabalho será concretizada em duas etapas: as primeiras duas horas em até dois meses após a promulgação da PEC e as quatro horas em até 12 meses após a redução das primeiras duas horas.

Já o fim da escala 6×1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto.

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6 Comentários
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ochoavanderlei@gmail.com
26 de maio de 2026 14:52

Tinha que ser um meliante da direita golpista mesmo.

Vitor
26 de maio de 2026 11:07

A China e a esquerda antissemita & nazista protestam…

Luis Henrique Silveira da Silva
26 de maio de 2026 10:02

Que imbecilidade essa conversa desse cidadão , sem agro e sem empresário não existe 6×1 e nem 5×2 , sem agro e empresário não existe emprego , para com essa conversa fiada , um país que está na merda como o Brasil sempre tem um para falar bobagem de agro e empresário.

Tche que vara
26 de maio de 2026 12:56

E sem financiamento com dinheiro público pano safra nao existe agro ! Além de receberam uma das maiores fatia de subsídio e lucrando com exportacoes na hora debpagar tema acaba de pau de pedir perdão da divida . Adoram um decreto de calamidade pra receber perdão da divida e refiz sei por que ja vivi nesse meio!

ochoavanderlei@gmail.com
26 de maio de 2026 09:28

Em 13 de maio de 1888 veio a lei AUREA. Os trabalhadores labutam 20 horas por dia por um prato de comida ( sobras dos ” patrões ” da casa grande. ) sem direito algum. O AGRO da direita golpista chiou, mas a escravidão não parou por aí. Em 1945 o esquerdista GETULIO VARGAS criou a CLT, diminuindo a carga horária para 48 horas semanais e outros diireitos trabalhistas. O AGRO É os industriais criaram, diziam que o Brasil quebraria , mas os lucros sempre aumentando. Na década de 90 o governo baixou para 44 horas semanais. O AGRO É… Leia mais »

Vitor
26 de maio de 2026 11:04

Naquela época não tinha a concorrência desleal da China!!?

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