Sábado, 15 de agosto de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Geral Barbárie contra um menino de 9 anos estarrece a capital do País

Compartilhe esta notícia:

Mãe da criança e sua companheira foram presas no Distrito Federal. (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Rhuan Maicon da Silva Castro, de 9 anos, foi morto e esquartejado na noite da última sexta-feira (31) em Samambaia, região administrativa do Distrito Federal. A mãe da criança, Rosana Auri da Silva Cândido, 27 anos, e sua companheira, Kacyla Pryscila Santiago Damasceno Pessoa, 28, confessaram ter cometido o crime. As informações são do jornal Folha de S.Paulo. 

As duas foram presas no sábado (1°) após investigações da Polícia Civil do Distrito Federal.​ Em depoimento à polícia, as mulheres afirmaram que Rhuan Maicon foi morto com uma facada no coração enquanto dormia. Depois de terem cometido o crime, elas esquartejaram o corpo e tentaram queimá-lo em uma churrasqueira.

Como a tentativa que carbonizar o corpo não foi bem sucedida, elas colocaram o corpo da criança em uma mala e jogaram dentro de um bueiro no próprio bairro em que vivem. Os membros foram colocados em duas mochilas, que ainda estavam na casa da família e seriam descartadas posteriormente.

Foi um crime terrível. O corpo da criança estava irreconhecível”, afirma Guilherme Melo, delegado adjunto da 26º delegacia do Distrito Federal e responsável pelas investigações.

Além de Rhuan Maicon, o casal criava ainda uma menina de 9 anos, esta filha de Kacyla Pryscila. Ela foi encaminhada para o Conselho Tutelar após a prisão da mãe e da companheira dela.

A Polícia Civil suspeita que as duas crianças vivessem na casa em cárcere privado, já que ambas não frequentavam a escola e raramente eram vistas pelos vizinhos do casal. Segundo a polícia, o garoto que foi morto teve o seu pênis cortado há cerca de um ano pela própria mãe.

Natural do Acre, Rosana Auri da Silva Cândido fugiu com o filho há cerca de cinco anos após ter perdido a guarda deste para o pai em decisão da Justiça. Neste período, Rosana, Kacyla e as duas crianças moraram em Alagoas e Goiás até se mudarem para o Distrito Federal.

No depoimento dado à polícia, a mãe disse que matou o filho porque este seria um empecilho para o seu relacionamento, já que ele remetia ao seu antigo vínculo com o pai da criança.

O caso segue em investigação pela Polícia Civil do Distrito Federal. Em conversa com a Folha, o avô da criança, Francisco Chagas, 63, afirmou que há cinco anos buscava pistas do paradeiro do neto.

Segundo ele, Rosana namorou com seu filho por dois anos e passou a viver na casa da família em Rio Branco depois que engravidou.

O casal se separou, mas Rosana permaneceu morando na casa do sogro junto com a criança. Em 2014, ela fugiu junto com o filho e não deu mais notícias.

Neste período, a família denunciou Rosana à polícia e espalhou fotos da criança em redes sociais em busca de informações sobre ela.

A notícia da morte da criança surpreendeu a família, que, diz Chagas, está desolada. “Pelo amor de Deus, é uma dor sem fim. Que ninguém queira passar por uma situação dessas. Esse menino foi criado desde criança comigo”, disse.

A família está providenciando a documentação para fazer o traslado do corpo. A criança será enterrada em Rio Branco.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Geral

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Talude de mina da Vale em Barão dos Cocais se movimenta 42 centímetros por dia
“Tenho medo de morrer”, diz a advogada suspeita de atrapalhar o caso Marielle
Pode te interessar