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Economia Beneficiário do Bolsa Família poderá contratar crédito consignado

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Governo federal deve lançar linha de crédito consignado com margem de até 30% do benefício para inscritos no Bolsa Família

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil
Governo federal deve lançar linha de crédito consignado com margem de até 30% do benefício para inscritos no Bolsa Família. (Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil)

A reformulação do Bolsa Família anunciada pelo governo federal deve trazer uma grande novidade para os beneficiários do programa.

A MP (Medida Provisória) que trata das mudanças prevê a liberação de uma linha de crédito para contratação de empréstimo consignado. Isso significa que os segurados poderão pegar crédito consignado com um valor que corresponda até 30% do benefício.

O plano é que a linha de crédito seja disponibilizada no aplicativo Caixa Tem. O pagamento das parcelas será feito mediante desconto direto no valor do benefício social. Segundo as informações divulgadas pelo Ministério da Cidadania, o inscrito que for excluído do Bolsa Família será obrigado a pagar o valor da dívida, sob risco ficar negativado. O empréstimo consignado deve ser anunciado junto com as demais regras atualizadas do benefício.

O programa

O programa distribui benefícios de R$ 89 até R$ 375, considerando que algumas famílias migraram temporariamente para o auxílio emergencial. Confira os valores pagos mensalmente:

Famílias em situação de extrema pobreza: R$ 89; famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza compostas por gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes de 0 a 15 anos: R$ 41,00 (até 5 por família, totalizando R$ 205); famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza compostas por adolescentes entre 16 e 17 anos: R$ 48 (até 2 por família, totalizando R$ 96); famílias em situação de extrema pobreza: valor calculado de acordo da renda familiar.

A proposta inicial do governo é elevar o valor médio do programa para R$ 250, mas o presidente Jair Bolsonaro solicitou o aumento para R$ 300. A possibilidade está em análise pela equipe do Ministério da Economia.

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