Quarta-feira, 04 de novembro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Tecnologia Bill Gates lamenta a Microsoft não ser a rival da Apple no mundo mobile

Compartilhe esta notícia:

Bilionário e filantropo afirmou que a lógica do mercado não pode dominar as decisões sobre quem vai receber remédios.(Foto: Reprodução/Instagram)

Bill Gates, atualmente conselheiro da Microsoft, lamentou recentemente em entrevista que a Microsoft não seja a rival da Apple no mundo mobile. As informações são do portal UOL.

Em 2007, no lançamento do primeiro iPhone, muitos devem lembrar das gargalhadas que o até então CEO da Microsoft, Steve Ballmer, deu em relação ao aparelho. Na época, é claro, a Microsoft tinha a sua presença marcada no incipiente mercado mobile e o Android que existia (comprado pelo Google em 2005) não tinha nada a ver com o que veio a se tornar pós-iPhone.

Passados mais de 12 anos, hoje em dia Bill Gates — que ainda está no conselho da Microsoft — lamenta muito o fato de sua empresa ter dado espaço para o Google se tornar a grande rival da Apple no mundo mobile.

Em uma entrevista concedida durante um evento da Village Global, ele declarou:

No mundo do software, especialmente para plataformas, esses são mercados em que o ganhador fica com tudo. Então o maior erro foi qualquer decisão tomada por mim que fez a Microsoft não ser o que o Android é. Isto é, o Android é a plataforma padrão não-Apple para telefones. Isso era algo natural para a Microsoft ganhar. […] Há espaço para exatamente um sistema operacional não-Apple e o que isso vale? Uns US$400 bilhões que seriam transferidos da empresa G para a empresa M.

Gates pega para si a (ou parte da) responsabilidade pelo erro, mas a grande verdade é que o bastão na época estava nas mãos de Ballmer. A icônica risada deste pós-anúncio do iPhone mostra claramente o quanto ele não entendia o potencial da coisa.

O mais incrível de tudo é que, mesmo com a sua derrota entre as plataformas mobile, a Microsoft conseguiu dar uma forte guinada em todos os outros segmentos nos quais atua e, recentemente, chegou a retomar o posto de empresa mais valiosa do planeta, valendo US$1,06 trilhão.

A façanha foi conquistada em abril, após o fechamento da NASDAQ, nas negociações after-hours. Depois de anunciar resultados financeiros para o terceiro trimestre fiscal melhores do que o esperado — com faturamento de US$30,6 bilhões e receita líquida de US$8,8 bilhões (com desempenho bastante forte em basicamente todos os segmentos) —, as ações da empresa ($MSFT) subiram mais de 4%, fazendo com que o seu market cap ultrapassasse a barreira de US$1 trilhão.

A promessa da abertura do pregão naquele dia acabou não se concretizando e as ações fecharam com uma alta de 3,31%, valendo US$129,15. Com isso, o valor de mercado da companhia comandada pelo indiano Satya Nadella fechou o dia em US$990,9 bilhões; comparativamente, a Apple estava valendo na data US$968 bilhões ($AAPL: -0,91%; US$205,28), enquanto a Amazon valia em US$936 bilhões ($AMZN: +0,03%; US$1.902,25). As posições, no entanto, têm se alternado.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Tecnologia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Entidades de defesa ao consumidor reagiram ao ato do Bolsonaro que permite liberar dados de beneficiários do INSS ao setor privado, inclusive de idosos em condição de vulnerabilidade
Europa vive onda de calor inédita e espera temperaturas de mais de 40°C
Pode te interessar