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Porto Alegre Boletim epidemiológico inédito traz dados sobre nascidos vivos em Porto Alegre

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A maior parte dos nascimentos é de pessoas residentes na Capital

Foto: EBC
(Foto: EBC)

Entre 2014 e 2023, a população de nascidos vivos em Porto Alegre apresentou uma redução de 29%. Em 2023 o número de nascidos vivos em Porto Alegre foi de 13.663, enquanto em 2014 foram 19.189 nascimentos. O dado está no primeiro Boletim Epidemiológico sobre Nascidos Vivos produzido pela Diretoria de Vigilância em Saúde e publicado na sexta-feira (19).

A maior parte dos nascimentos é de pessoas residentes na Capital. Em 2014, foram 59,2%, enquanto em 2023 o percentual foi a 58,5%. Dados ano a ano do intervalo estão disponíveis na publicação.

Outros dados disponíveis para consulta no boletim dizem respeito à taxa bruta de natalidade, raça/cor, idade de gestantes – com redução constante de partos entre 10 e 19 anos e ligeiro aumento de partos em mulheres com 40 anos ou mais e escolaridade e peso de bebês, com ênfase em resultados do Teste Apgar (escala clínica medida nos primeiros minutos da vida de bebês recém-nascidos que permite avaliar a adaptação à vida fora do útero).

Sobre os partos, há informação por tipo, local de ocorrência, raça/cor e consultas de pré-natal, que apresentam evolução positiva no período analisado. Além das informações sobre Teste Apgar, a equipe oferece na leitura de dados da Classificação de Robson – um sistema padronizado utilizado para categorizar gestantes em dez grupos distintos. A base são características obstétricas como paridade, tipo de gestação, apresentação fetal e início do trabalho de parto. O objetivo principal desta classificação é permitir análise e comparação de taxas de cesariana.

Sobre a relação de cesarianas e partos vaginais e a rede hospitalar indica que, nos hospitais privados, prevalecem as cesáreas (73,2%), enquanto na rede do SUS (Sistema Único de Saúde), os partos vaginais correspondem a 61,5% do total.

A Equipe de Vigilância de Eventos Vitais, vinculada à Vigilância em Saúde, utilizou os dados do Sinasc – Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos – do Ministério da Saúde do período de 2014 a 2023 para elaborar o boletim epidemiológico.

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