Terça-feira, 16 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 29 de novembro de 2025
Bolsonaro cumpre a pena de 27 anos e 3 meses pela condenação por liderar a trama golpista.
Foto: ReproduçãoO ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completou uma semana preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, sem o registro de forte comoção e manifestações no local ou pelo País. Bolsonaro cumpre a pena de 27 anos e 3 meses pela condenação por liderar a trama golpista.
O ex-mandatário foi preso preventivamente no último sábado (22) e, na terça-feira (25), após o Supremo Tribunal Federal (STF) declarar que o processo por tentativa de golpe de Estado transitou em julgado, ou seja, foi concluído, ele iniciou o cumprimento da pena em regime fechado.
No final de semana de sua prisão, foram registrados embates intensos entre grupos favoráveis e contrários a Bolsonaro, ainda que em grupos pequenos. Na sequência dos dias, porém, houve uma dispersão de manifestações onde o político está preso.
A prisão preventiva ocorreu após a PF apontar risco de fuga durante a vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em frente ao condomínio onde o ex-presidente reside, o Condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico.
Na decisão, também constou que o ex-presidente tentou violar a tornozeleira com um ferro de solda e, segundo Moraes, a tentativa de rompimento indicava intenção de fuga “facilitada pela confusão causada pela manifestação convocada por seu filho”.
Após a prisão, apoiadores e opositores se reuniram em frente ao local e chegaram a protagonizar embates; no entanto, ambos os grupos não se destacaram por estarem em grande quantidade. Na ocasião, opositores ao ex-presidente chegaram a estourar uma garrafa de champanhe para celebrar a decisão, o que gerou um princípio de confusão no local.
No mesmo dia, Flávio convocou uma vigília próxima ao condomínio, por volta das 19h, para orar pela vida do ex-presidente.
Para simbolizar Bolsonaro, o grupo se reuniu ao redor de um boneco de papelão em tamanho real com a imagem do ex-presidente. Com um volume um pouco maior de apoiadores, mas ainda não volumoso, o encontro contou com uma polêmica envolvendo um opositor, que invadiu o local e chegou a dizer que espera que Jair Bolsonaro seja julgado e condenado por abrir “700 mil covas na pandemia”.
No domingo (23), a entrada da Superintendência voltou a ser palco de manifestações: cerca de 15 pessoas se mobilizaram em frente ao prédio com faixas e fazendo orações. No entanto, ao entardecer, os apoiadores se dispersaram e a madrugada foi sem movimentação, contando apenas com a presença da imprensa.
Já na segunda-feira (24), o dia seguiu com o mesmo roteiro, com pequenas manifestações e sem muito alarde. Na terça (25), o STF declarou o trânsito em julgado para o ex-presidente e outros réus do núcleo 1 da trama golpista. O Supremo também determinou que a pena será cumprida no mesmo local em que ele já cumpria a preventiva, na Superintendência da PF.
Não houve grandes mobilizações após a decisão. O local ficou marcado por algumas buzinas e gritos de pessoas que se manifestavam favoráveis ou contrárias à decisão, além de alguns rostos conhecidos das vigílias e manifestações anteriores. (Com informações da CNN Brasil)
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Transfere o bandido pra PAPUDA
Já os BANDIDOS e os CRIMINOSOS TRIPLAMENTE CONDENADOS POR ROUBAREM MUITOS R$ BILHÕES DOS COFRES PÚBLICOS… estão TODOS “de volta à cena dos crimes”…
Esse é o Brasil de Bra$ília!
E o Daniel Vorcaro???
Passou 2 dias na cadeia?
Que era um das advogadas?
Um tem alzheimer, outro ve alucinações agora entendo porque tem tanto loco defendendo ideias malucas e porque passamos por tanta loucura na pandemia!
Bolsonaro foi um erro histórico.
Ainda hoje me pergunto: como foi possível eleger aquela criatura aberrante? Fico perplexo em ver tanta gente que acreditou e ainda acredita nele. Pessoas que eu consideraria serem normais, parentes, amigos, foram capazes de ouvir todas as suas declarações atrozes, atos ignóbeis, sem ao menos ficarem decepcionadas, pra não dizer enojadas.
A pandemia maior do nosso século não foi a Covid-19.
É a nova praga fascista.