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Política Bolsonaro defende prisão perpétua para anestesista que estuprou grávida durante o parto

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"Direitos humanos são para a vítima, esse vagabundo que se exploda!", afirmou o presidente

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Ato foi articulado diante da investida do presidente Jair Bolsonaro contra as urnas eletrônicas. (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o médico anestesista que estuprou uma mulher grávida durante cesariana em um hospital em São João de Meriti, na Baixada Fluminense (RJ), deveria “apodrecer para sempre na cadeia”.

Bolsonaro lamentou que a Constituição brasileira não permita a prisão perpétua. “É extremamente lamentável que a nossa Constituição não permita sequer que o maldito estuprador que abusou de uma paciente grávida anestesiada no RJ apodreça para sempre na cadeia, sem nenhum tipo de privilégio. Direitos humanos são para a vítima, esse vagabundo que se exploda!”, declarou o presidente nas redes sociais, na segunda-feira (11).

Giovanni Quintella Bezerra, de 32 anos, foi preso em flagrante depois que funcionárias do hospital filmaram o anestesista introduzindo o seu pênis na boca da paciente, que estava desacordada. Ele foi levado para o presídio de Benfica, na Zona Norte do Rio, no início da tarde de segunda-feira.

O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro instaurou um processo disciplinar para cassar o registro do profissional, que foi indiciado por estupro de vulnerável, cuja pena varia de oito a 15 anos de reclusão. A Polícia Civil investiga se há outras vítimas do anestesista.

Vídeo

Funcionárias do hospital vinham desconfiando do comportamento do anestesista e estranhavam, por exemplo, a quantidade de sedativo aplicada nas grávidas.

No vídeo do flagrante, a paciente está deitada na maca, inconsciente. Do lado esquerdo do lençol, a equipe cirúrgica do hospital começa a cesariana. Enquanto isso, do lado direito do lençol, a menos de um metro de distância dos colegas, Giovanni abre o zíper da calça, puxa o pênis para fora e o introduz na boca da grávida.

A violência dura dez minutos. Enquanto abusa da gestante, o anestesista tenta se movimentar pouco para que ninguém na sala perceba. Quando termina, pega um lenço de papel e limpa a vítima para esconder os vestígios do crime.

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