Sábado, 24 de janeiro de 2026
Por Redação O Sul | 11 de agosto de 2020
Segundo Bolsonaro, o empenho do governo brasileiro é enorme tanto no combate aos focos de incêndio como no desmatamento na Amazônia.
Foto: Marcos Corrêa/PREm videoconferência com chefes de Estado da América do Sul, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil é criticado injustamente na questão ambiental. Bolsonaro disse ainda que é uma mentira que a floresta amazônica esteja ardendo em fogo.
A reunião por videoconferência reuniu os presidentes dos sete países da América do Sul que assinaram o Pacto de Letícia pela Amazônia. O acordo, firmado no ano passado, tem o objetivo de preservar e desenvolver de forma sustentável a região. Durante o discurso, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil é criticado injustamente e que o País faz de tudo para proteger a floresta amazônica.
“Somos criticados de forma injusta por parte de muitos países do mundo, mas com perseverança devemos resistir”. A afirmação foi feita pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, durante reunião da II Cúpula Presidencial pela Amazônia, realizada por videoconferência nesta terça-feira (11).
De acordo com o presidente, as críticas internacionais acontecem por interesse econômico, e é uma mentira dizer que a Amazônia arde em fogo. Segundo Bolsonaro, o empenho do governo brasileiro é enorme tanto no combate aos focos de incêndio como no desmatamento na Amazônia.
Ainda de acordo com o presidente, os países devem estimular o desenvolvimento sustentável da região.
Mais cedo, também em videoconferência da cúpula, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que o setor privado será o protagonista do desenvolvimento sustentável da Amazônia e não o estado.
Discursando em espanhol, Mourão lembrou que para que haja o desenvolvimento da bioeconomia o financiamento por parte de bancos privados e bancos de desenvolvimento é fundamental.
O primeiro encontro da Cúpula foi realizado em setembro do ano passado, em Letícia, na Colômbia. Participaram da videoconferência desta terça os presidentes Ivan Duque (Colômbia), Martín Vizcarra (Peru), Lenin Moreno (Equador) e Jeanine Ãnez (Bolívia), além de representantes da Guiana e do Suriname.