Segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

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Brasil Bolsonaro passou o feriado em casa, no Rio de Janeiro, onde recebeu a visita do pastor Silas Malafaia

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"Não trabalho com um Deus que se vinga porque alguém me xingou", disse o pastor. (Foto: Agência Brasil)

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, passou o feriado em casa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde recebeu a visita do Pastor Silas Malafaia, que chegou por volta de 16h50min. “Viemos só bater papo mesmo, falar sobre essas nomeações que ele está fazendo, o que está acontecendo no Brasil. Vamos ver na prática, mas acho que está acertando”, disse Malafaia ao sair.

De acordo com seus assessores, Bolsonaro aproveitou o dia para descansar e não tinha nenhuma agenda externa prevista.

Mais cedo, um visitante, de origem árabe, mas cuja identidade não foi informada, esteve na residência. Ele chegou por volta das 14h e saiu cerca de duas horas depois. A visita não estava prevista na agenda.
Nenhum dos filhos do presidente eleito esteve em sua residência e os assessores mais próximos aproveitaram para tirar o dia de folga.

Mais Médicos

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) havia prometido em vídeos antes de ser eleito dar uma “canetada” e usar a revalidação de diploma de médicos para “mandar todos esses cubanos de volta para lá”.

As afirmações se opõem ao discurso de Bolsonaro depois do fim da parceria anunciada pelo governo de Cuba.

O presidente eleito acusou na quarta-feira (14) a “ditadura cubana” de “grande irresponsabilidade” por desconsiderar impactos negativos na vida e saúde dos brasileiros.

Indicou que estaria disposto a manter a participação dos profissionais no Mais Médicos, mas que “infelizmente” Cuba não aceitou as condições impostas.

Bolsonaro disse que condicionou a permanência dos médicos à aplicação de teste de capacidade, à entrega de salário integral aos profissionais e à liberdade que eles deveriam ter para trazer suas famílias ao Brasil.

Em vídeo gravado antes de ser eleito, dirigido a estudantes de medicina, Bolsonaro já previa a saída dos médicos. “Ao pavilhão med PUC Camp, Jair Bolsonaro, tamo junto. Em 2019, ao lado de vocês, dar uma canetada mandando 14 mil médicos [faz sinal de aspas com os dedos] lá para Cuba. Quem sabe ocupando Guantánamo que está sendo desativada para atender os petistas que vão para lá, tá ok?”.

Os vídeos, feitos em diversas ocasiões ao longo dos últimos anos, são dirigidos aos médicos brasileiros. Em outro, ele afirma que usará a revalidação dos diplomas para mandar os médicos embora. “Podem ter certeza, a gente vai mandar todos esses cubanos de volta para lá. Sabe como? Revalida light”, diz.

Num terceiro vídeo, ele afirma: “A classe médica será valorizada e os cubanos vocês sabem para onde irão, tá ok?”.

 

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