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Política Bolsonaro recebe ministros e os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado para tratar de vacinas, auxílio e PEC Emergencial

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Segundo relatos, na reunião, todos os presentes criticaram o fechamento total do comércio e de serviços, o chamado lockdown

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Segundo relatos, na reunião, todos os presentes criticaram o fechamento total do comércio e de serviços, o chamado lockdown. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro recebeu na noite deste domingo (28), no Palácio da Alvorada, os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG); e os ministros Eduardo Pazuello (Saúde), Paulo Guedes (Economia), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Braga Netto (Casa Civil).

No encontro, Eduardo Pazuello apresentou um cronograma de entrega de doses de vacinas contra a Covid-19. Aos presentes, Pazuello disse que o Ministério da Saúde disponibilizará 25 milhões de doses em março e 53 milhões em abril.

O general do Exército também afirmou que dependia de uma medida provisória, editada na semana passada e que liberou R$ 2,8 bilhões ao Ministério da Saúde, para poder reabrir leitos nos estados.

Segundo relatos, na reunião, todos os presentes criticaram o fechamento total do comércio e de serviços, o chamado lockdown. Na semana passada, vários Estados e o Distrito Federal adotaram medidas para restringir a circulação de pessoas, e tentar frear a propagação do novo coronavírus, que já matou mais de 255 mil brasileiros.

Na reunião no Alvorada, alguns presentes recomendaram reforço de medidas de proteção, como o uso de máscaras, e que aglomerações sejam evitadas. Neste momento, o presidente Jair Bolsonaro, que é contrário às medidas, silenciou.

Os parlamentares e os ministros também conversaram sobre a pauta de votações no Congresso. Eles defenderam a aprovação da PEC Emergencial, em análise no Senado, para que o governo possa pagar novas rodadas do auxílio emergencial já a partir de março. A PEC Emergencial prevê uma série de medidas de ajuste fiscal e também abre caminho para novos pagamentos do auxílio.

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