Quinta-feira, 09 de Julho de 2020

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Economia Bovespa fecha em alta e renova recorde

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Ibovespa subiu 0,33%, aos 112.564 pontos.

Foto: Divulgação/B3
No mês, a bolsa acumula alta de 4,31%; no ano, a perda é de 14,25%. (Foto: Divulgação/B3)

O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, subiu nesta sexta-feira (13) e renovou o patamar recorde de fechamento, após China e Estados Unidos anunciarem um chamado acordo comercial “fase 1”, que contempla, entre outras medidas, a suspensão da aplicação de novas tarifas sobre importações que deveriam entrar em vigor neste domingo.

O Ibovespa subiu 0,33%, aos 112.564 pontos. Na máxima da sessão, chegou a bater nos 112.829 pontos, nova máxima intradia já registrada pela bolsa. Veja mais cotações.

Na semana, a bolsa acumulou alta de 1,24%. No ano, o avanço já é de 28,01%.

Da cena local, o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), espécie de sinalizador do PIB (Produto Interno Bruto), subiu 0,17% em outubro na comparação com o mês anterior, em dados ajustados sazonalmente informados pelo BC, acima do esperado.

Cenário externo

Os Estados Unidos concordaram em retirar gradativamente as tarifas impostas aos produtos chineses, segundo anunciaram nesta sexta-feira autoridades da China. Pequim, por sua vez, se comprometeu a incrementar a importação de energia e produtos agrícolas (incluindo trigo e milho) e farmacêuticos, além de serviços financeiros dos EUA.

Em uma rede social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os dois países concordaram com uma “grande primeira fase” do acordo.

Embora tenham sido suspensas as tarifas que entrariam em vigor neste domingo, as tarifas já existentes de 25% “continuarão como estão”, afirmou Trump. Essas tarifas são aplicadas a cerca de US$ 250 bilhões em produtos chineses. Outros cerca de US$ 120 bilhões serão taxados a 7,5%.

No exterior, as bolsas operaram em alta com investidores comemorando também a probabilidade de um Brexit organizado depois da vitória esmagadora nas eleições britânicas do atual primeiro-ministro Boris Johnson. Com a maioria, os conservadores aumentaram significativamente seu poder, o que deve, inclusive, facilitar a aprovação do projeto de Johnson para o Brexit e garantir que o Reino Unido deixe a União Europeia em 31 de janeiro de 2020.

Patrik Lang, chefe da área de pesquisa em renda variável do banco Julius Baer, destacou que um acordo de “fase 1” para evitar as tarifas de 15 de dezembro e reverter algumas das tarifas anteriores era algo que mercados acionários esperavam, conforme nota a clientes. As informações são do portal G1.

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