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Política Brasil assume a presidência do Mercosul

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Bolsonaro defendeu a abertura do bloco durante a 58ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Declaração publicada nas redes sociais vem após derrota do voto impresso e prisão de Roberto Jefferson. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (08), ao assumir a presidência temporária do Mercosul, que o Brasil atuará pela abertura e integração do bloco “nas cadeias regionais e internacionais”, de forma a manter os “valores originais”.

A 58ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados, realizada virtualmente, marcou o encerramento da presidência de turno da Argentina e o início do comando do Brasil.

“A persistência de impasses e o uso da regra do consenso como instrumento de veto e o apego a visões arcaicas de viés defensivo terão o único efeito de consolidar sentimento de ceticismo e dúvida quanto ao verdadeiro potencial dinamizador do Mercosul”, declarou Bolsonaro.

Segundo ele, o Brasil não vai parar nos esforços para modernizar a sua economia e a sociedade. “Queremos que nossos sócios de integração sejam nossos companheiros nessa caminhada para a prosperidade comum. É por isso que, em nossa presidência de turno, continuaremos a trabalhar pelos valores originais do bloco, associados à abertura e à busca da maior e melhor integração de nossas economias nas cadeias regionais e internacionais de valor”, declarou.

Bolsonaro ressaltou o compromisso do Mercosul “com a liberdade, a democracia e a abertura para o mundo”. “Na ampla agenda do Mercosul, trabalharemos para gerar resultados que possam ser entendidos, valorizados e, acima de tudo, sentidos e percebidos por nossas populações e empresários. Queremos um Mercosul de resultados que seja instrumento para a modernidade”, afirmou.

O presidente disse que o bloco não pode continuar sendo visto como sinônimo de ineficiência, desperdício de oportunidades e restrições comerciais. “O semestre que se encerrou deixou de corresponder às expectativas e necessidades de modernização do Mercosul. Devíamos ter apresentado resultados concretos nos dois temas que mais mobilizam nossos esforços recentes: a revisão da tarifa externa comum e a adoção de flexibilidades para as negociações de acordos comerciais com parceiros externos. O Brasil tem pressa”, afirmou.

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3 Comentários
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Adroaldo Mousquer
8 de julho de 2021 19:20

Agora, sob orientação do Guaidó, o Mercosul acaba. Para alegria dos EUA. Capacho?

Airton Luiz Rossi
8 de julho de 2021 19:40

NÃO SABIA, QUE J TINHA INICIADO

Henrique Bass
9 de julho de 2021 01:37

Fico pensando em quem será que escreveu o texto pro bozo…

Ouvindo suas pérolas em campanha eleitoral, que perpetuam até hoje, é óbvio que sua massa encefálica nem de longe produziria tal narrativa.

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