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Mundo Brasil, China e mais 11 países anunciam criação do Grupo Amigos da Paz

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Grupo manifestou preocupação com o conflito na Ucrânia. Na foto, o chanceler Mauro Vieira

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Brasil, China, África do Sul, Argélia, Bolívia, Cazaquistão, Colômbia, Egito, Indonésia, México, Quênia, Turquia e Zâmbia anunciaram, em comunicado conjunto, nesta sexta-feira (27), a intenção da criação do Grupo Amigos da Paz, um conjunto de países do Sul Global que pretende estabelecer entendimentos comuns para apoiar os esforços globais para alcançar a paz.

A iniciativa, encabeçada por Brasil e China, ocorre em paralelo ao Debate Geral da 79ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, que está sendo realizada em Nova York, nos Estados Unidos.

O encontro foi copresidido pelo ministro das Relações Exteriores do Brasil, embaixador Mauro Vieira, o assessor-chefe da Assessoria Especial do Presidente da República, embaixador Celso Amorim, e o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi. Participaram ainda 16 chanceleres ou representantes de alto nível de países do Sul Global.

Ucrânia

No comunicado conjunto, os 13 países manifestaram preocupação com o conflito na Ucrânia e com os riscos de escalada do confronto. Reiteraram os termos da Carta das Nações Unidas, especialmente o respeito à soberania e à integridade territorial dos Estados.

“Estamos preocupados com os riscos e crises decorrentes desse conflito, que já afetou muitos países, incluindo aqueles do Sul Global. Pedimos a observação dos propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas, respeitando a soberania e a integridade territorial dos Estados, respeitando as legítimas preocupações dos Estados e levando em consideração a necessidade de sustentar os princípios de paz, segurança e prosperidade”, diz o texto.

O grupo de países ainda enfatizou a importância de soluções pacíficas para o conflito e encontradas por meio da diplomacia. “Chamamos as partes do conflito a observar princípios para uma desescalada e destacamos a importância de não expandir o campo de batalha e não intensificar os combates”, diz o texto.

Os países pediram a abstenção da ameaça do uso de armas nucleares e solicitaram o aumento da assistência humanitária e da proteção de civis, de infraestruturas civis, incluindo instalações nucleares pacíficas e outras instalações de energia. O documento defende ainda os esforços de mediação para a troca de prisioneiros de guerra entre as partes em conflito.

“Pedimos a abstenção do uso ou da ameaça de uso de armas de destruição em massa, especialmente armas nucleares, bem como armas químicas e biológicas. Todos os esforços devem ser envidados para prevenir a proliferação nuclear e evitar uma guerra nuclear. Todas as partes devem cumprir as leis e acordos internacionais relevantes e prevenir resolutamente acidentes nucleares provocados pelo homem”.

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Miltch Mitch
28 de setembro de 2024 18:09

Brasil, China, África do Sul, Argélia, Bolívia, Cazaquistão, Colômbia, Egito, Indonésia, México, Quênia, Turquia e Zâmbia

Pqp dizer o que…

Alexandre Dall Alba
28 de setembro de 2024 19:00

boa parte países da nova rota da seda da China. Amigos da paz, sei…

Vanderlei Ochoa
28 de setembro de 2024 19:00

O mundo precisa de PAZ. Parabéns.

Rodinei Mandelli Sanini
28 de setembro de 2024 20:21

O eixo de ditaduras e do mal falando de paz.
Pode isso Arnaldo?

Paulo Jesus Corrêa
28 de setembro de 2024 21:10

Poderiam convidar Taiwan, Venezuela e Guiana Essequiba!

Marcelo Neuri Haag
28 de setembro de 2024 21:30

China? Aquela que frequentemente ameaça invadir Taiwan? Ok…

Vanderlei Stefani
28 de setembro de 2024 21:33

As Hienas pessimistas não perdem a oportunidade pra vomitar ódio

Eduardo Rodrigues
28 de setembro de 2024 21:55

Hilário …

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