Sábado, 15 de Maio de 2021

Porto Alegre
Porto Alegre
17°
Fair

Brasil Brasil registra 1.803 mortes por coronavírus nas últimas 24h

Compartilhe esta notícia:

Total de vítimas fatais da doença no País chegou a 353.137.

Foto: EBC
Relatório desta terça-feira acrescentou 186 perdas humanas para a Covid no Estado. (Foto: EBC)

O Brasil registrou neste domingo (11), 1.803 novos óbitos devido a pandemia do coronavírus, o que eleva o total de vítimas fatais da doença no País a 353.137, segundo informações do Ministério da Saúde.

Foram notificados 37.017 novos casos, elevando o total de infecções confirmadas no País a 13.482.023.

O Estado mais afetado pelo coronavírus segue sendo São Paulo, que atingiu neste domingo (11) as marcas de 2.643.534 casos e 82.917 mortes. O segundo Estado com maior número de infecções, Minas Gerais, atingiu 1.225.818 casos, enquanto o Rio de Janeiro é o segundo Estado em número de óbitos, com 39.423 mortes pela doença.

O Estado do Rio Grande do Sul registrou a morte de 17 pessoas em decorrência de complicações do coronavírus e 999 novas infecções. Com estes números, o Estado gaúcho chega ao total de 21.881 mortes por coronavírus e 891.554 casos confirmados da doença. As informações são da Secretaria Estadual da Saúde (SES) que atualizou o boletim sobre a pandemia, mas alertou que o número de óbitos divulgados está defasado devido a uma instabilidade no sistema de informações nacional.

Segundo o Ministério da Saúde, no total o País apresenta 11.880.803 pessoas recuperadas da Covid-19 e tem 1.248.083 pacientes em acompanhamento.

Kit covid

De maneira geral, tem sido identificado como “kit covid” uma combinação variável de medicamentos que estão sendo recomendados para a profilaxia ou tratamento precoce da covid-19. Geralmente, esse kit inclui dois ou mais medicamentos como hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina, vitamina D, vitamina C, entre outros.

Embora especialistas em saúde contestem seu uso, o chamado kit covid tem sido adotado como um protocolo de tratamento precoce contra a covid-19 por parte de municípios brasileiros. Ivermectina e azitromicina, por exemplo, são alguns dos fármacos que fazem parte da combinação de medicamentos usados para a profilaxia ou tratamento precoce da doença, mesmo sem existir comprovação científica sobre os benefícios aos pacientes.

Medicamento usado para tratar infestações de parasitas como piolho e sarna, a ivermectina não tem eficácia comprovada contra a covid-19. As principais autoridades mundiais de saúde continuam ressaltando que não existe tratamento comprovadamente eficaz contra o novo coronavírus, assim como a atualização mais recente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre o assunto que também aponta que “não existem estudos conclusivos que comprovem o uso desse medicamento para o tratamento da covid-19, bem como não existem estudos que refutem esse uso”.

Além disso, entidades médicas brasileiras repudiaram o suposto ‘tratamento precoce’ do governo federal contra o novo coronavírus, que envolve a ivermectina e outros remédios sem eficácia comprovada, como a cloroquina.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização Pan-americana de Saúde (OPAS) não recomendam o uso de ivermectina para propósitos diferentes daqueles para os quais seu uso está autorizado. A FDA, órgão de vigilância sanitária dos Estados Unidos, esclarece ainda que a ivermectina não foi aprovada para prevenção e tratamento da covid-19 nos Estados Unidos e que as pessoas “não devem tomar qualquer remédio contra a doença a não ser que tenha sido prescrito por um médico e adquirido por fonte legítima”.

No dia 31 de março deste ano, a OMS divulgou uma nota desaconselhando o uso da ivermectina por pacientes com covid-19. A entidade reforçou que as evidências sobre o uso do medicamento no tratamento da doença são “inconclusivas” e que o remédio só deve ser usado dentro de estudos clínicos.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Saiba o que torna a variante brasileira do coronavírus tão perigosa
A vacina da Moderna garante a produção de anticorpos por, pelo menos, seis meses após a segunda dose
Deixe seu comentário
Pode te interessar