Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 27 de julho de 2020
Desde o início da pandemia, 1.667.667 pacientes já se recuperaram.
Foto: Arquivo/Divulgação/SESO boletim do Ministério da Saúde mostra que foram registradas 614 mortes e mais 23.284 pessoas infectadas com o novo coronavírus entre domingo (26) e esta segunda-feira (27). Ainda há 3.833 óbitos em investigação. No total, o Brasil chegou a 87.618 óbitos e 2.442.375 pessoas infectadas notificadas desde o início da pandemia. Até o momento, 1.667.667 pacientes se recuperaram da doença. Segundo o Ministério da Saúde, há 687.090 pacientes em acompanhamento.
Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados aos fins de semana.
Covid-19 nos Estados
Os Estados com mais óbitos por Covid-19 são: São Paulo (21.676), Rio de Janeiro (12.876), Ceará (7.509), Pernambuco (6.376) e Pará (5.729). As Unidades da Federação com menos mortes em decorrência do novo coronavírus são: Mato Grosso do Sul (319), Tocantins (350), Roraima (474), Acre (493) e Amapá (556).
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Estado do Rio quer desmobilizar hospitais de campanha esta semana
Os hospitais de campanha de Nova Friburgo, de Nova Iguaçu e de Duque de Caxias devem ser desmobilizados e o anúncio pode ser feito ainda esta semana. O assunto está sendo analisado pelas secretarias de Saúde e Extraordinária de Ações Governamentais Integradas da Covid-19. A informação é do secretário de estado de Saúde do Rio de Janeiro, Alex Bousquet, que participou nesta segunda (27) de audiência conjunta das comissões de Fiscalização dos Gastos na Saúde Pública Durante o Combate do Coronavírus e de Saúde, da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro).
“Provavelmente esses hospitais serão desmobilizados nos próximos dias. Essa semana a gente toma essa decisão definitiva, porque ela envolve não só a desmobilização. Caso haja uma segunda onda [de covid-19], envolve termos leitos suficientes em hospitais da rede própria e em hospitais particulares que queiram pactuar conosco, através de chamamento público, para que tenhamos capacidade de atender uma segunda onda. Esta semana a gente fecha o relatório, mas ele caminha fortemente para que nós façamos a desmobilização desses três hospitais”, disse o secretário.
Os hospitais de campanha do Maracanã e de São Gonçalo também devem ser desmobilizados. “Continuaremos a avaliar as curvas que mantemos em controle diário nas secretarias. Há uma forte tendência que nos próximos dias possamos anunciar o fechamento também desses hospitais. Independente do planejamento ter sido equivocado, ele já incluía começo, meio e fim, de acordo com a evolução da epidemia. Essa evolução mostra que nós estamos, assim como outras regiões do mundo inteiro, próximo do fim das unidades de apoio, que aqui foram chamados de hospitais de campanha”, afirmou, acrescentando que os números atuais da pandemia no estado mostram que há leitos suficientes para atender pacientes se houver uma segunda onda da doença.
“Ainda esta semana juntamente com data que vamos desmobilizar Friburgo, Caxias e Nova Iguaçu, nós falaremos também da data em que pretendemos desmobilizar Maracanã e São Gonçalo, lembrando, que esses hospitais estão abertos. Eles não estão recebendo pacientes porque não estamos com necessidade de enviar pacientes para eles”, completou.
As obras dos hospitais de Casimiro de Abreu e de Campos não vão adiante, como foi anunciado no dia 1º de julho pelo secretário de Saúde, Alex Bousquet.
Segundo o secretário, na época da decisão pela construção dos hospitais de campanha o planejamento indicava a necessidade do estado ter cerca de 5 mil leitos dedicados aos pacientes infectados pelo coronavírus, o que foi se alterando conforme o desenvolvimento da pandemia no Estado. Bousquet admitiu que houve erros, mas era o cenário que havia naquele momento. Agora, a pasta está fazendo um levantamento dos custos e análise dos contratos para ver quem é responsável pela dívida causada por essas unidades.
A presidente das comissões, Martha Rocha (PDT/RJ), mencionou que o planejamento inicial para o combate à pandemia no Estado só indicava a construção de hospitais de campanha como última alternativa depois de esgotadas a ativação e a ampliação de leitos em unidades de saúde já existentes.
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