Sábado, 04 de abril de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Saúde Brasil registra seis mortes suspeitas por pancreatite associadas a canetas emagrecedoras

Compartilhe esta notícia:

De acordo com a Anvisa, há 225 notificações de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras.

Foto: Reprodução
Consumo em restaurantes de fast-food, cafeterias e outros estabelecimentos de alimentação com serviço rápido teve uma queda de 8%. (Foto: Reprodução)

O Brasil tem pelo menos seis mortes suspeitas e 225 casos suspeitos de pancreatite notificados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em associação ao uso de canetas emagrecedoras desde 2018. As informações constam no VigiMed, sistema oficial da Anvisa, e em relatos de pesquisa clínica com esses medicamentos no Brasil. As notificações de casos e mortes envolvem diferentes medicamentos agonistas do GLP-1, como semaglutida, liraglutida, lixisenatida, tirzepatida e dulaglutida.

A pancreatite associada ao uso das canetas emagrecedoras ganhou atenção internacional no início do mês, após um alerta divulgado no Reino Unido sobre caso em usuários de medicamentos da classe dos agonistas do GLP-1. No país, há 19 mortes. Autoridades sanitárias e especialistas reforçam que os dados não apontam que é preciso suspender o uso das canetas emagrecedoras, mas destacam a importância da prescrição responsável e do acompanhamento médico.

De acordo com a Anvisa, há 225 notificações de pancreatite associados ao uso de canetas emagrecedoras. O número representa avisos feitos após o uso comercial (após o lançamento do produto) e em pessoas que estavam nos estudos clínicos dos medicamentos. Os casos aconteceram com pacientes de São Paulo, Paraná, Bahia e Distrito Federal.

Além desses, há seis mortes relacionados com suspeita de relação com a pancreatite após uso dos medicamentos. No caso das mortes, os estados não foram informados. De um lado, os dados são classificados como suspeitos porque, após o recebimento da notificação, é necessário passar por um processo técnico de análise para confirmação.

De outro, o número pode ser ainda maior, apontam especialistas. Isso porque esse tipo de notificação não é compulsória. Ou seja, o médico ou hospital que atende um paciente em uso de medicamentos agonistas do GLP-1 e com pancreatite não é obrigado a comunicar o caso à Anvisa. Na base do VigiMed, disponibilizada pela Anvisa, os casos relatados aparecem associados aos medicamentos Wegovy, Victoza, Trulicity, Saxenda, Xultophy, Ozempic, Rybelsus e Mounjaro. (Veja o que dizem as empresas abaixo)

Apesar disso, a agência informa que não é possível afirmar que todos os casos estejam, de fato, relacionados a essas marcas, já que há registros de uso de canetas falsas, irregulares ou manipuladas que são apresentadas como ‘similares’ às de nome comercial. A Anvisa informou que os casos estão em investigação. (Com informações do portal de notícias g1)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Saúde

Grêmio anuncia a contratação do volante Juan Nardoni
Clientes de tarifa social têm isenção de juros em renegociação de contas de água em Porto Alegre
Deixe seu comentário
Verificação de Email

Você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

0 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Pode te interessar
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x