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Economia Brasil registrou 10,3 milhões de novos inadimplentes desde Desenrola

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Crescimento do endividamento preocupa governo federal, que já estuda um novo programa para renegociação de dívidas.

Foto: Reprodução
Crescimento do endividamento preocupa governo federal, que já estuda um novo programa para renegociação de dívidas. (Foto: Reprodução)

O número de inadimplentes no Brasil alcançou 81,7 milhões de pessoas em fevereiro de 2026. É o maior patamar desde 2020, mostram dados do Serasa. A poucos meses da eleição, o tema tem preocupado o governo federal, que já estuda medidas para reduzir o endividamento.

A iniciativa do Palácio do Planalto já está sendo batizada como Desenrola 2.0. Em julho de 2023, quando o primeiro programa de renegociação de dívidas foi criado, havia 71,4 milhões de inadimplentes no Brasil. De lá para cá, o Brasil registrou 10,3 milhões de novos inadimplentes.

Quando o programa encerrou, em março de 2024, o governo federal informou que mais de 15 milhões de pessoas foram beneficiadas. Apesar do impulso para reduzir a inadimplência, haviam 72,9 milhões de pessoas inadimplentes naquela época.

Um dos focos da renegociação de dívidas do Desenrola 1.0 estava nas pessoas inadimplentes que ganham até dois salários mínimos ou inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). De maio de 2023 a março de 2024, o número de inadimplentes do grupo caiu de 25,2 milhões para 23,1 milhões.

Em fevereiro, o Serasa contabilizou 332,2 milhões de dívidas.

Desenrola 2.0

O novo programa do governo para reduzir o endividamento das famílias brasileiras deve trazer mecanismos que “travam” determinados tipos de empréstimo para quem se beneficiar com as medidas.

A ideia estudada prevê que beneficiários do programa assumam contrapartidas para evitar um novo endividamento. Com isso, as pessoas contempladas deverão assumir o compromisso de não adquirir novas linhas de crédito consideradas mais caras, como o rotativo do cartão de crédito e o cheque especial.

O Desenrola 2.0 também poderá permitir o uso de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para abater dívidas e facilitar pagamentos, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan.

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