Segunda-feira, 18 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 5 de fevereiro de 2016
Por mais que nunca tenha vivido um atentado terrorista, o Brasil mantém em mente os ataques de Paris (França) e sabe que o Rio de Janeiro pode se tornar um alvo em agosto, durante os Jogos Olímpicos de 2016. “Ninguém pode ficar indiferente a episódios bárbaros como aconteceram em Paris. Estamos em estado de alerta permanente. Estamos preparados para enfrentar o pior cenário”, declarou Andrei Rodrigues, secretário extraordinário de segurança para grandes eventos do Ministério da Justiça.
O País já precisou lidar com várias situações de risco nos últimos anos, com a Copa das Confederações e a visita do papa Francisco em 2013, além da Copa do Mundo de 2014. O esquema de segurança mobilizará 85 mil homens, 35 mil das Forças Armadas, e os outros 47 mil das polícias Civil e Militar, Polícia Federal e Defesa Civil.
É a maior mobilização policial registrada no Brasil em tempo de paz, com duas vezes mais agentes que nos Jogos de Londres-2012, no Reino Unido. Autoridades listaram 12 ameaças potenciais, entre elas a criminalidade urbana do narcotráfico, os roubos ou as manifestações violentas. Depois dos atentados cometidos pelo Estado Islâmico em 2015, porém, o terrorismo ficou no topo da lista. (Pierre Ausseill/France Presse)
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