Quarta-feira, 02 de Dezembro de 2020

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Bem-Estar O Brasil tem mais de 158 mil mortes por coronavírus desde início da pandemia. Os casos no País já são 5.468.270

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Dos 5,4 milhões de contaminados, 90% estão recuperados.

Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado
Dos 5,4 milhões de contaminados, 90% estão recuperados. (Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado)

O balanço divulgado nesta quarta-feira (28) pelo MS (Ministério da Saúde) mostra 28.629 novos casos de covid-19 em 24 horas, desde o boletim divulgado na terça. Agora são 5.468.270 de casos desde o começo da pandemia. Além disso, foram registradas 510 novas mortes, totalizando 158.456 óbitos. Do total de infectados, 4.934.548 pessoas (90,2%) se recuperaram da doença.

O balanço do Ministério da Saúde é feito a partir de registros reunidos pelas secretarias estaduais de saúde e enviados à pasta para consolidação.

Covid-19 nos Estados

São Paulo chegou a 1.103.582 de pessoas contaminadas. Os outros Estados com maior número de casos no País são Minas Gerais (353.311) e Bahia (349.711). Já o Acre tem o menor número de casos (30.545), seguido de Amapá (51.523) e Roraima (56.469).

São Paulo também lidera o número de pessoas que morreram por complicações da covid-19, com 39.007 mortes. Rio de Janeiro (20.376) e Ceará (9.325) aparecem na sequência. Os Estados com menos mortes são Acre (691), Roraima (692) e Amapá (744).

Matéria-prima para vacina

Também nesta quarta a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou a importação, em caráter excepcional, da vacina CoronaVac na forma de produto intermediário, ou seja, não envasado. O insumo é fabricado pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

Agência informou em nota que a solicitação de importação da matéria-prima para fabricação da vacina foi feita pelo próprio Butantan. A CoronaVac ainda não tem registro no Brasil. “Os estudos ainda estão em andamento e não existe previsão de data para a vacinação”, ressaltou a Anvisa.

A vacina CoronaVac está na terceira fase de testes. Como a agência já havia aprovado a ampliação do estudo para 13 mil voluntários, o governo paulista decidiu ampliar o número de centros de pesquisa. Na fase atual, metade dos participantes recebe a vacina e a outra metade, placebo. Se a última etapa de testes comprovar a eficácia da vacina, o acordo entre a Sinovac e o Butantan prevê a transferência de tecnologia para produção do imunizante no Brasil.

Para isso é preciso que pelo menos 61 participantes do estudo, que tomaram placebo, sejam contaminados pelo vírus. A partir dessa amostragem, é feita então uma comparação com o total dos que receberam a vacina e, eventualmente, também tiveram diagnóstico positivo. Caso o imunizante atinja os índices necessários de eficácia e segurança, será submetido a uma avaliação da Anvisa para registro e só então a vacina estaria liberada para aplicação na população.

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