Sexta-feira, 30 de Outubro de 2020

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Bem-Estar Brasil terá maior fábrica de vacinas da América Latina

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Fiocruz a Codin assinaram hoje acordo para instalação da fábrica.

Foto: Itamar Crispim/Fiocruz
Fiocruz a Codin assinaram hoje acordo para instalação da fábrica. (Foto: Itamar Crispim/Fiocruz)

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e a Codin (Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro) assinaram nesta quinta-feira (17) acordo para instalação da maior fábrica de vacinas da América Latina. O Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde vai ocupar uma área de 580 mil metros quadrados e terá capacidade de produção de 120 milhões de frascos de vacinas e biofármacos por ano e será instalada em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro.

As vacinas contra meningite, hepatite e tríplice bacteriana, que atualmente são importadas, vão passar a sair do polo. O acordo prevê a construção de nove prédios e a inauguração está prevista para 2023 e deverá gerar 5 mil empregos diretos. O complexo será responsável por toda produção de vacinas da Fiocruz, inclusive a de covid-19, quando esta for aprovada.

Mais de 170 países aderiram ao programa de vacinas contra Covid-19

Em um vídeo pré-gravado para um webinar sobre o Covax – programa de aceleração e alocação global de recursos contra o novo coronavírus co-liderada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) que visa impulsionar o desenvolvimento de vacinas para combater a pandemia de Covid-19 e ajudar na produção e distribuição dos medicamentos mais eficazes assim que disponíveis -, Tedros Adhanom Ghebreysus, diretor geral da OMS, informou que mais de 170 países aderiram à iniciativa. “Mais de 170 países aderiram à Covax, ganhando acesso garantido ao maior portfólio mundial de vacinas candidatas”, informou.

O Covax tem como objetivo tornar amplo e fácil o acesso à eventuais vacinas para o novo coronavírus, para evitar que guerras por patentes e uma disputa econômica acirrada prejudiquem a chegada do medicamento a países mais pobres.

Mais cedo, durante a conferência de imprensa diária da OMS, Tedros citou o juramento de Hipócrates – compromisso ético que sacramenta o ofício da medicina – para falar sobre a busca de uma cura para a Covid-19 que, segundo o diretor, deve ser amplamente testada e reconhecidamente eficaz. “Por milhares de anos, a medicina operou [baseada] em um princípio simples: ‘primum non nocere’ – antes de tudo, não cause danos. Este princípio é tão verdadeiro hoje quanto no tempo de Hipócrates. Ninguém deve ser prejudicado ao procurar ajuda.”

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