Quinta-feira, 23 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 28 de março de 2023
Uma das frentes do programa será o desestímulo ao uso de agrotóxicos no País
Foto: Divulgação/EmbrapaO Ministério do Desenvolvimento Agrário lançará, em maio, um programa nacional voltado para estimular a produção de alimentos saudáveis. Segundo a secretária-executiva da pasta, Fernanda Machiaveli, a política deve ser anunciada junto com a apresentação do Plano Safra deste ano.
“[O programa] terá uma visão de estímulo à produção de um alimento saudável, que vem da agroecologia, da agricultura familiar, que é produzido de forma sustentável e saudável”, disse Machiaveli, em entrevista durante seminário da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), no Rio de Janeiro. A agroecologia é o conceito que envolve a produção de alimentos saudáveis com respeito a aspectos ambientais, sociais e culturais.
Fernanda explica que, nos últimos anos, tem se observado a redução da diversificação dos alimentos na agricultura familiar com estímulos, por exemplo, à produção de soja por esse segmento.
De acordo com a secretária-executiva, uma das frentes do programa será o desestímulo ao uso de agrotóxicos no país. “Essa também é uma agenda que a sociedade civil tem nos demandado”.
Comissão
Segundo Fernanda, o governo federal está reestruturando a política nacional do setor. Na semana passada, por exemplo, foi criado um grupo de trabalho para a reconstituição da Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.
“Esse grupo de trabalho técnico, com membros do governo e da sociedade civil, tem até 45 dias para fazer a proposição para a reconstituição dessa nova comissão. Enquanto isso, a gente já se propõe a fazer o debate dos temas que são indispensáveis de serem discutidos e que estavam represados nos últimos seis anos”, explicou o secretário-executivo da comissão, Silvio Brasil.
Outra estrutura que está sendo remontada é o comitê interministerial de Agroecologia, que fará sua primeira reunião nesta semana. O diretor-presidente da Companhia Nacional de Abastecimento, Silvio Porto, explicou que o Programa de Aquisição de Alimentos, relançado recentemente pelo governo federal, também deverá estimular a produção de alimentos saudáveis com sistemas agroecológicos.
O programa facilita a compra governamental de alimentos produzidos por agricultores familiares e pequenos produtores rurais. “O [antigo] PAA já fazia um processo de diferenciação de pagamento, com sobrepreço de até 30% em relação aos produtos agroecológicos, numa perspectiva de valorização da incorporação desses alimentos. Há uma tendência de que nós retomemos essa perspectiva para essa valorização.”
A secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Lilian Rahal, explica que garantir uma boa nutrição não é apenas comer mais, mas principalmente comer bem. “Às vezes, a pessoa não está com baixo peso, mas está desnutrida. Ela não tem um déficit de peso, mas tem uma deficiência de nutrientes em função da má alimentação.”
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O plano deste governo é bem óbvio: Sabotar o agronegócio q é praticamente a única coisa pujante neste país e q garante nossa segurança alimentar…Defensivos agrícolas sao seguros e necessários em produções de larga escala, ou acham q o produtor gosta de ter gastos com esses produtos caros? As pragas da lavoura sao apartidárias sabiam? Vão no papo destes mentirosos da esquerda e vao ver onde vamos parar, produções minúsculas sem o uso de pesticidas vao fazer o alimento custar 3 vezes mais caro fica a dica…
Você ainda vai pedir a troca de comando .kkkkkk
Parabéns nosso Prezidente?
Você vai é passar fome, e vai fazer bem para você, o burro precisa passar fome mesmo.
Já plantou sua abóbora que o cachaça mandou??
Na gricultura familiar, comemos comida SEM PESTICIDA…no AGRO, COMEMOS PESTICIDAS COM comida…
Sonha, eles vão procurar lavouras já plantadas onde njá podem colher.
Desta vez os cumpanheros do MST vão pegar na enxada e trabalhar ???
Quer dizer que estamos consumindo alimentos NÃO SAUDÁVEIS? Que pouca vergonha, vão por manchete de outra coisa. O Jornal O SUL está virando um puxadinho da esquerda, vão se lixar, estes alimentos que vão produzir, dizendo ser saudáveis não vão alimentar um bairro de São Paulo, esta agricultura já conheço. Este agricultores conhecem bem é invadir e colher, agora plantar e cultivar não é com eles.