Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 1 de novembro de 2020
Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou do último sábado (31) para este domingo (1°) 10.100 novos casos de covid-19. No total, a doença acometeu 5.545.705 brasileiros e foi responsável por 160.074 óbitos, uma alta de 190 mortes.
O boletim informou que o número de recuperados vem aumentando e chega a quase 90% do total de infectados: 4.980.942 pessoas – 89,8% do total. O Brasil está em 2º lugar no total de recuperados do mundo, atrás apenas da Índia, que também está na frente em número de casos. A Índia registra 8,18 milhões de infectados e 4,49 milhões de recuperados. O relatório da Saúde registra, ainda, que há 2.359 óbitos em investigação no momento.
O governo de São Paulo informou que o estado contabiliza 1.117.147 casos confirmados de covid-19. Ainda de acordo com o balanço, 39.331 óbitos foram notificados. A taxa de recuperação no estado chega a 90%, com 1.005.729 pessoas diagnosticadas livres da presença do vírus após a contaminação. Destes, 122.115 foram internados, mas tiveram alta após a recuperação.
Segundo o boletim, foram identificadas as principais comorbidades que aumentam a probabilidade de os pacientes falecerem por causa da doença. A cardiopatia responde por mais da metade (59,8%) das mortes no estado, seguida pela diabetes mellitus (43,2%), doenças neurológicas (10,9%), renal (9,6%), pneumopatia (8,3%). Outros fatores são obesidade (8,1%), imunodepressão (5,5%), asma (3%), doenças hepáticas (2,1%) e hematológica (1,7%), Síndrome de Down (0,5%), puerpério (0,1%) e gestação (0,1%). No total, 31.630 pessoas que morreram por covid-19 (80,4%) apresentavam um desses quadros.
Na nota divulgada, o governo estadual também destaca que a taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é de 41,2% na Grande São Paulo. Nos demais municípios, a média é de 39,5%. Atualmente, 6.997 pacientes estão internados, sendo 3.983 em enfermaria e 3.014 em UTI.
Fim da primeira onda
Após passarem pelo pico de mortalidade por covid-19 na pandemia, 15 das 27 unidades da federação já registram um número de óbitos mais perto do esperado. Nesses estados, o total de mortes em setembro não ficou mais do que 10% acima do registrado no mesmo mês do ano anterior. O índice estável seria sinal do fim da primeira onda da pandemia em metade do Brasil.
O indício de retração, neste caso, considera todas as mortes registradas no país, não só aquelas com diagnóstico de covid-19. E vem acompanhado de sinal de alerta, com alguns estados voltando a registrar mais casos da doença e com o medo no Brasil de uma repetição da segunda onda europeia.
Enquanto alguns Estados não viram ainda o fim da primeira onda da covid-19, outros já se deparam com preocupação sobre a próxima, vendo de longe a Europa se retrair sob a segunda onda. Com grandes cidades já tendo desmontado hospitais de campanha e realocado leitos de UTI, o receio é que essa estrutura precise ser remontada logo caso a epidemia sofra mesmo um rebote.
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Pergunta que não quer calar: Quantos morreram de Covid, de AVC, Derrame, câncer, bacteremia, trombose, fimose, diarreia, FOME, desnutrição, tétano m, coqueluche, difteria, etc e com COVID19 e por fim de Insuficiência cardíaca e pulmonar e pneumonia, seja claros mequetrefes informantes, pois o roubo ocorre pelo simples fato de registrarem de Covid19, coisa rara e com Covid para roubarem. Me provem o contrário, então!