Quinta-feira, 23 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 5 de junho de 2026
Pesquisa mostra que home office também não está entre as prioridades dos trabalhadores.
Foto: Alex Rocha/PMPAA busca por salários mais altos, estabilidade e perspectivas de crescimento continua sendo a principal prioridade dos brasileiros ao projetarem sua carreira para os próximos cinco anos.
É o que mostra a 69ª edição da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: Futuro Profissional, divulgada nesta sexta-feira (5) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e realizada pela Nexus. Segundo o levantamento, fatores tradicionais seguem à frente de tendências recentes, como o trabalho remoto e a jornada reduzida.
De acordo com a pesquisa, 28,7% dos entrevistados apontam o salário como o principal diferencial da ocupação desejada. Em seguida aparecem a estabilidade no emprego, citada por 22,4%, e as perspectivas de crescimento profissional, mencionadas por 20,1%.
Já o trabalho remoto foi apontado como prioridade por 15,9% dos entrevistados, enquanto a jornada reduzida foi citada por apenas 9,8%.
Para Cláudia Perdigão, especialista da CNI, o resultado reflete a valorização do emprego formal pelos trabalhadores brasileiros.
“Essa estrutura de trabalho continua sendo a primeira opção do trabalhador e é isso que faz com que ele continue mirando essa relação de trabalho formal no médio e no longo prazo”, afirma.
O estudo mostra ainda que o emprego com carteira assinada é a modalidade mais atrativa para 36,3% dos entrevistados que buscam trabalho. Entre jovens de 25 a 34 anos, esse percentual sobe para 41,4%.
Apesar de 95% dos entrevistados declararem satisfação com a ocupação atual, o futuro é visto com cautela. Cerca de 42,7% dos brasileiros afirmam não saber em qual profissão estarão trabalhando daqui a cinco anos.
Segundo a pesquisa, essa incerteza é mais elevada entre trabalhadores mais velhos e está relacionada ao avanço acelerado das inovações tecnológicas.
O levantamento também aponta desafios na qualificação profissional. Menos da metade da população domina habilidades digitais mais complexas, como o uso de ferramentas de inteligência artificial e planilhas avançadas.
O cenário indica que, embora muitos trabalhadores estejam satisfeitos com sua situação atual, existe preocupação em relação à capacidade de acompanhar as exigências do mercado de trabalho nos próximos anos.
Entre aqueles que conseguem visualizar um objetivo profissional para o futuro, os principais obstáculos apontados são a falta de vagas com boas condições de trabalho (22%), a falta de experiência prática (17,6%), a ausência de cursos de formação na região onde vivem (16,9%) e a necessidade de cuidar de familiares (16,1%).
A pesquisa também mostra que o desejo de empreender permanece presente entre os brasileiros. Cerca de 13,9% dos entrevistados afirmam querer abrir o próprio negócio, principalmente em setores tradicionais, como comércio varejista, salões de beleza e restaurantes.
O levantamento foi realizado pela Nexus entre os dias 10 e 15 de outubro de 2025. Foram ouvidas 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
(Com CNN)
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O contrato tem que ser flexível, quem quer trabalhar mais, ganha mais e quem quer ter muita folga ganha menos.
Hahahaha, a carta na manga da esquerdalha saiu pela culatra. Eles pensam que todo mundo é funcionário público.
Sempre achei muito errado, quem vai querer perder o emprego? Nenhum empresário vai pagar para o funcionário ficar em casa. Quando se trabalha no domingo e pago em dobro, acho q não avisaram o Lula!
Isso os poucos brasileiros q ainda querem trabalhar, pq os VAGABUNDOS eleitores do LADRÃO CACHACEIRO , esses preferem viver de bolsa família, vale gás, vale isso e vale aquilo. Enquanto isso as empresas sofrem com falta de mão de obra qualificada.
Exatamente.
Pesquisa da FIESP do pato skat. Feita dentro do prédio da Fiesp. O trabalhador não vai pagar o PATO.
Vai pagar cheio de dívidas, vai ser posto na rua sem trabalho. Tem muita gente trabalhando normalmente depois desse medida esdrúxula do Lula, se um empregado trabalha além do horário ganha mais!
Acorda BOBALHÃO. Nem todo brasileiro é Sindicalista ou sobrevive de Bolsa Família como tu. RETARDADO da EXTREMA ESQUERDA.