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Cláudio Humberto Brasileiros se dividem sobre militares no governo

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Desconfiança de Lula sobre as Forças Armadas após os ataques levou ao desligamento de pelo menos 80 nomes da caserna. (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Com o ambiente político acirrado, os brasileiros estão muito divididos quanto à presença de militares ocupando cargos no governo federal. Levantamento do Paraná Pesquisas em todo o País mostra que 48,5% discordam e 45,3% não veem problemas na presença de militares em funções civis. Quando indagados se a presença de brasileiros fardados piora ou melhora a imagem do governo, a divisão é ainda mais nítida.

Divisão acirrada
Para 31,1% dos brasileiros, a imagem do governo “piora” ao nomear militares, mas 31,3% acham que “não altera” e para 31,6% até “melhora”.

Não há hegemonia
Embora divididos, brasileiros na faixa etária dos 24 aos 59 anos aprovam militares no governo. Os mais jovens e os mais velhos são contrários.

Sul sem preconceito
A maioria dos brasileiros da região Sul (54% a 40,6%) concordam com a participação de militares no governo. Nas demais regiões, discordam.

Dados técnicos
O Paraná Pesquisas entrevistou 2.020 eleitores em 188 municípios dos 26 Estados e do Distrito Federal, entre 29 de julho e 2 de agosto.

Poucos atletas em Tóquio expõem declínio de Cuba
A crise atingiu gravemente a ditadura de esquerda de Cuba, onde faltam comida, emprego, energia, vacinas e, claro, democracia e liberdade. As Olimpíadas no Japão são um luxo e a delegação de 70 competidores enviada aos Jogos Olímpicos de 2020 é a menor desde 1964. Em 2016, Cuba enviou quase o dobro (124) ao Rio. Além dos atletas que fugiram, cansados do salário de 160 reais por mês, ou desertaram para uma vida melhor, Cuba quebrou e não pôde mandar mais atletas para o Japão.

Só propaganda
O velho ditador Fidel Castro usava as Olimpíadas para vender a ideia de que jovens socialistas eram vencedores, os melhores atletas do mundo.

Estratégia do bloco
A estratégia era de países da “cortina de ferro”, sobretudo as falecidas URSS e Alemanha Oriental, com atletas muito competitivos.

Declínio dramático
A ausência de Tóquio torna dramático o declínio de Cuba, sempre forte em jogos pan-americanos e Olimpíadas, apesar do estado falimentar.

Loteamento lunar
Foi de uma inutilidade constrangedora o depoimento de Amilton Gomes de Paula à CPI da Pandemia, nesta terça (3). Como tantos outros, deixou a impressão de mais um oportunista que tentou vender terrenos na Lua.

Espiões com crachá?
Sem provas, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) acusou o ministro da Defesa, Braga Netto, de mandar militares espioná-lo. Seriam os primeiros a usar crachá ou se apresentarem como a serviço do ministro.

Aqui me tens de regresso
Articulador cujo talento serviu a governos opostos, como FHC e Lula, o ex-senador Romero Jucá adentrou ontem a Chapelaria do Senado com a maior pinta de quem não estava ali apenas para matar saudades.

Mais liberdade
Com o avanço da campanha de vacinação, pesquisa CNI/Fsb revela que 53% dos brasileiros são favoráveis a relaxar medidas restritivas, como o lockdown. Entre os homens, o percentual vai a 60%. O uso de máscaras também deve ser flexibilizado, na opinião de 51% dos brasileiros.

Visitando as bases
O pretexto para recesso parlamentar é a necessidade de contato com as bases”. Mas viraram férias mesmo. O deputado Túlio Gadêlha (PDT), eleito em Pernambuco, “visitou as bases” no Jalapão, em Tocantins.

Vencendo a guerra
O Brasil já tem mais da metade da população vacinada e se aproxima de 150 milhões de doses aplicadas. Com isso, registra-se a menor média de casos desde 27 de novembro e de mortes desde 14 de janeiro.

Aviso prévio
Especialista em direito empresarial, Fernando Kede sugere a empresas que deixem grávidas, mesmo imunizadas, em home office. Para ele, “não há nenhuma ressalva” na lei e atos contrários devem ter consequências.

Motivo alternativo
Mestre em Direito Penal, a jurista Jacqueline Valles lembra que, como investigado, Bolsonaro não é obrigado a depor ao TSE. Mas ela levanta uma hipótese até agora ignorada: caso seja condenado, ficará inelegível.

Pensando bem…
… se os precatórios poder ser parcelados em dez anos, o mesmo deveria ser permitido no pagamento de impostos.

PODER SEM PUDOR

Sem medidas
Eleito deputado federal com grande votação, o estilista e apresentador de TV Clodovil Hernandes (PTC-SP) estreou em grande estilo, ao exigir silêncio durante seu primeiro discurso, calando 368 parlamentares presentes no plenário. E ainda deu um pito em Paulo Maluf (PP-SP), que insistia em conversas paralelas. Em seguida, uma repórter quis saber como ele votaria medidas provisórias polêmica, pendentes de análise na Câmara. Clodovil fez graça: “Que medida o quê, minha filha… Eu não estou aqui para fazer roupa!”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Novededos Silva
4 de agosto de 2021 12:27

Perfeito….!!

Jorge Schröder
4 de agosto de 2021 11:42

Penso que não importa se é militar ou não. O que realmente é imprescindível: ser brasileiro no âmago e com integridade das ações; possuir histórico de contribuições ao coletivo e que venha agregar qualidade por mérito em suas contribuições ao país. Afinal já vimos de tudo em alguns governos, desde corruptos a Bandidos que ludibriaram nossas esperanças e nossa real vontade de sermos um grande Brasil.

Salus Miranda
4 de agosto de 2021 12:33

A verdade doi. Nunca na história politica do Brasi, um militar graduado, no governo, roubou ou fez falcatruas.
Todos Generais que presidiram o Brasil . no passado, morreram como clase média, nenhum como milionário.
Agora vejam na modernidade, político de segundo escalão com R$ 52.000.000.000,00 dentro de seu apartamento.
Ex Presidente milionário e com seus filhos também, isso em apenas 8 anos.
E por acaso esses políticos, inuteis, não são muito mais “carissimos” para o Brtasil. Quanto custa por ano um simples Deputado Federal??? Dá para pagar a folha de uma Companhia Militar inteira. E ai Gabriel???

Jorge Souza
4 de agosto de 2021 15:22

COMO SE A FARDA FOSSE SINÔNIMO DE HONESTIDADE, AGORDA MANO, SERÁ QUE ESSES MILITARES ABRIRIAM MÃO DOS SEUS SALÁRIOS NA FUNÇÃO CÍVIL, POR PATRIOTISMO

Vanderlei Ochoa
4 de agosto de 2021 14:36

vai te deitar vinagre…kkkkk

Novededos Silva
4 de agosto de 2021 13:19

1000 vezes uma militar em funçao civil…. do que os criminosos esquerdopatas terroristas, que contaminaram nossas instituições nos governos do lula ladrão….

Tecladista Flc
4 de agosto de 2021 22:46

Militar ou civil não importa, o que conta é não ser ladrão, corrupto e vagabundo, e sim ser competente para o cargo e patriota

Denise Goulart de Munhós
5 de agosto de 2021 00:50

O Brasil é o país da pirâmide de valores invertida! Como pode o presidente Bolsonaro se tornar inelegível porque afirma o óbvio: que o sistema exclusivamente eletrônico de votação não é seguro, não é confiáfel e suscita fraudes???? O povo brasileiro tem que se fazer respeitar!!!

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