Quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

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Colunistas Caiu porque quis justiça

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Fábio Medina Osório (Foto: Divulgação)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Advogado-geral da União até ontem, Fábio Medina Osório foi demitido porque queria fazer uma limpa no governo contra funcionários públicos federais que cometeram peculato e que são alvos da Operação Lava-Jato. Ele preparava uma série de ações de ressarcimento de danos ao erário e improbidade contra agentes públicos, o que atingiria em cheio muitos grãos-servidores que são ligados a empreiteiras e abriria uma brecha para delações premiadas – o que poderia complicar caciques dos governos do PT e do PMDB.

Peitou o chefe

Osório era da cota pessoal do chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e desobedeceu à ordem do ministro palaciano para dar um freio no cerco.

Caso Feliciano

O STF (Supremo Tribunal Federal) escolherá, até segunda-feira, o ministro que será relator do pedido de inquérito nº 4312, enviado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) sob segredo de justiça e que pede a investigação do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP).

Passou recibo

De Odarlone Orente, candidato a prefeito pelo PT, durante um debate na UEL (Universidade Estadual de Londrina), no Paraná: “O meu corrupto não pode ser melhor e nem pior que os outros corruptos”.

Fim da boataria

A boataria da reforma trabalhista espalhada por sindicatos do PT e até do Solidariedade – aliado do presidente Michel Temer – obrigou o Ministério do Trabalho a explicar: Estuda-se 12 horas de trabalho para 36 horas de folga, de acordo com a adequação da agenda do trabalhador em concordância com empregador. Mantendo as 44 horas semanais.

Vigiar…

Depois de ter minimizado as manifestações e vandalismos, Temer mudou de posição e ordenou que os ministros Alexandre de Moraes (Justiça) e Raul Jungmann (Defesa) busquem identificar os líderes dos protestos.

…E punir

Temer quer penalizá-los por danos ao patrimônio público e outros crimes. A avaliação do Palácio do Planalto é de que, se não houver uma resposta imediata, as manifestações tendem a ganhar adesão semelhante às de março de 2013.

Teu sobrenome é…

A ex-presidente Dilma Rousseff passa uns dias com a família no bairro Tristeza, em Porto Alegre. É um dos melhores da Capital gaúcha em qualidade de vida, apesar do nome pertinente para o atual momento da petista.

Acidez na língua

O líder do PTB, deputado Jovair Arantes (GO), resume a indisposição da base aliada em discutir a Reforma da Previdência: “O momento não é propício para discutir matéria ácida”.

Do avesso

Autor do parecer que rejeitou o aumento salarial dos ministros do STF, o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) explica a afronta, sem medo: “O PMDB [que apoia a proposta] deveria ser mais solidário com o País”, provoca o tucano.

Alerta falho

Dois senadores consultaram os filhos antes de votar pela manutenção dos direitos políticos de Dilma: Jader Barbalho (PA) e Edson Lobão (MA), ambos do PMDB. Helder e Lobinho alertaram aos pais sobre os possíveis impactos eleitorais da decisão de livrar a petista.

Vozes isoladas ?

O ministro José Serra (Relações Exteriores) minimiza as manifestações de deputados da União Europeia que propalam o discurso de golpe. O tucano vê como vozes “minoritárias e isoladas”, sêm respaldo para interferir nas negociações entre o Brasil e países que integram o bloco.

Nova missiva

O deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) desencadeou um “plano B” para tentar salvar o seu mandato. Após ser informado que haverá quórum para votar a sua cassação na segunda-feira, ele partiu para o corpo-a-corpo com os parlamentares – até mesmo adversários.

Leitura obrigatória

Cunha enviou uma nova carta aos colegas mas, diferente da primeira, esta acentua o tom de ameaça. O peemedebista vai para o tudo ou nada.

Ponto Final

“Pau que dá em Chico, dá em Francisco” – de Carlos Marun (PMDB-MS), da tropa de Cunha, ao defender que a Câmara dos Deputados mantenha os direitos políticos do peemedebista, tal como o Senado fez com Dilma na votação do impeachment.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Não tem volta
https://www.osul.com.br/caiu-porque-quis-justica/ Caiu porque quis justiça 2016-09-10
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